terça-feira, 24 de maio de 2022

A dor da derrota e a hipocrisia dos derrotados

 


A política partidária exige traquejo, humildade e respeito, sem falar da confiança e obrigatoriedade de cumprir acordos.  Parece que os muitos anos como juiz tiraram alguns desses pré-requisitos de Flávio Dino.

Mesmo sendo eleito em 2014 com a união de muitos partidos de diversas matizes políticas cantando o mantra de libertar o Maranhão da oligarquia Sarney e de que o Palácio dos Leões não usaria mais suas patas poderosas contra seu povo, mas o que se viu nos últimos sete anos foi exatamente o contrário.

Muitos prefeitos reclamando por não terem suas demandas atendidas e às vezes sem ao menos terem a oportunidade de serem recebidos pelo governador. Arrogância e indelicadeza como aconteceu com a ex-prefeita Maura Jorge e a prefeita Belezinha, destratadas em suas cidades pelo ex-governador Flávio Dino em pleno palanque.

A ingerência do ex-juiz no PT indicando a coligação com o PSB e exigindo a indicação de Felipe Camarão para vice na chapa com Brandão também arranhou sua biografia junto à base petista, que exige respeito e por conta disso parte dos filiados insurgiram-se e vão homologar no Encontro de Tática Eleitoral dias 28 e 29 o nome de Zé Inácio como vice, contrariando a vontade de Dino.

O resultado disso é que a cada dia que passa fica mais complicada a reeleição do governador tampão Carlos Brandão que perde aliados que eram praticamente certos, e um cenário ainda mais improvável há algum tempo começa a ser consolidado; a não eleição de Flávio Dino ao senado que estava praticamente sacramentada.

Uma grande frente ampla de oposição ao governador tampão e ao próprio Flávio Dino começa a tomar forma e alimenta o foguete do senador Weverton Rocha na jornada de retomada do palácio dos Leões pelo povo maranhense.

A decisão do deputado Josimar de Maranhãozinho e seus aliados – que estavam sendo cobiçados e assediados pelos leões – de acompanhar o projeto de um Maranhão mais Feliz com o senador Weverton fere de morte a campanha dos Leões e seus ocupantes de continuarem no poder e de quebra encurrala ainda mais a tentativa do ex-governador de ganhar a única vaga em disputa ao senado nas eleições de outubro.

Agora é esperar a turma que se esconde nos porões do PSB começar a destratar Maranhãozinho e seus aliados chamando-os de Bolsonaristas. A hipocrisia também mora nos Leões.

quinta-feira, 19 de maio de 2022

DA IMPOSIÇÃO AO SUMIÇO CONSTRANGEDOR

 


O governador tampão Carlos Brandão parece compartilhar o inferno astral vivido pelo ex-governador Flávio Dino desde o dia de seu aniversário, quando a situação de sua eleição para a câmara alta, que estava praticamente resolvida, ficou bastante complicada e “de repente” foi consolidada uma frente ampla de oposição à sua candidatura.

No caso de Brandão, além de ter que resolver os graves problemas deixados no setor de infraestrutura pelo seu antecessor, como é o caso dos ferry boats, o governador tampão, apesar de manter a cúpula do PT subjugada pelo poder empregatício do Palácio do Leões, está sendo humilhado diariamente por grande parte da base petista que não aceita o nome de Felipe Camarão, imposto por Flávio para a vaga de vice em sua chapa.

Com a data do Encontro Estadual de Tática Eleitoral do PT aproximando-se, 28 e 29 de maio, quando será decidido por maioria simples com qual partido irá coligar e quem serão os representantes do Partido na chapa majoritária e a forte campanha do grupo auto intitulado “Movimento Petista de Base” a favor do nome de Zé Inácio, o governador tampão está completamente constrangido e com medo de perder o controle da situação.

O imbróglio é tão grande, que até o que era considerado certeza já não é mais; tanto que o adiamento do encontro está sendo cogitado por Dino. 

Com todas essas pressões o governador tampão resolveu afastar-se para fazer um procedimento cirúrgico, deixando o problema dos ferrys nas mãos do secretário Sebastião Madeira e operar por fora essa situação do PT. Resta saber se essa gritaria toda do “Movimento Petista de Base” é para valer ou se é apenas um joguinho para garantir a reeleição do deputado Zé Inácio.

quarta-feira, 18 de maio de 2022

Trabalhadores mobilizados contra a venda das Eletrobras

 


O governo Bolsonaro continua fazendo pressão para que o TCU autorize a venda da Eletrobrás com um valor abaixo do mercado mesmo a estatal tendo lucro constante. Somente no primeiro trimestre desse ano, a Eletrobras registrou um lucro de R$ 2,7 bilhões e o governo mesmo assim insiste em vendê-la e em um negócio que segundo o ministro do TCU, Vital do Rego, trará prejuízos de R$ 67 bilhões aos cofres públicos. Já para os dirigentes da Federação Nacional dos Urbanitários (FNU) os prejuízos são ainda maiores chegando aos R$ 400 bi.  

A venda está travada desde abril quando o ministro do TCU, Vital do Rego pediu esclarecimentos ao governo sobre a transação e hoje, quarta-feira, o processo deve voltar a ser analisado no Plenário do TCU.

Para chamar a atenção da população que essa medida trará ainda mais aumento nas contas de luz dos usuários e tentar barrar mais esse crime de lesa pátria, os sindicatos dos eletricitários filiados a FNU em conjunto com outras entidades realizarão Ato em frente ao TCU em Brasília a partir das 13:00 horas.

Já o Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE) e o Salve Energia, começarão a mobilização nas redes sociais às 9:00 horas com um “tuitaço” usando a hastag #18MEletrobrasPública.

A tentativa de venda dessa forma açodada mostra a falta de compromisso do governo Bolsonaro com a população brasileira, principalmente os mais pobres. A venda da estatal trará forte impacto na vida dos trabalhadores que já sofrem com a alta de preços pressionados por uma inflação que já ultrapassou os dois dígitos.

segunda-feira, 16 de maio de 2022

Sobrou D(i)no e faltou cheiro de povo

 


A tentativa de privatizar a campanha do Lula no Maranhão está custando muito caro ao ex-governador Flávio Dino. Além de desestabilizar a Base local do PT, começa a fazer água também entre os dirigentes de alto coturno na direção estadual, sem falar que a direção nacional do Partido, e gente muito próxima ao Lula, também já estão incomodados com a postura do ex-juiz e buscam através do senador Weverton a ampliação dos espaços pró-Lula no Maranhão principalmente no palanque do pedetista, que segundo as pesquisas já está com os dois pés do segundo turno da eleição para o governo do Estado.

Na última sexta-feira, Flávio mais uma vez tentou mostrar força para impor sua propriedade sobre a marca “LULA” e promoveu o pré-lançamento da chapa Lula/Alckmin em um ato organizado em uma casa de eventos de luxo pelo que ele chamou de o “time de Lula no Maranhão”.

Muito longe de ter a cara do Lula e do povo que o apoia, o evento teve como característica o uso da máquina pública, com dezenas de servidores sendo vigiados pelos seus chefes, lideranças de partidos com cargos na estrutura do governo do Estado, a turma pessoal do ex-governador e pouquíssimos militantes das bases sociais.

Como dito em muitos blogs, faltou petistas em um evento que deveria ser capitaneado pelo Partido dos Trabalhadores, afinal, Lula é um patrimônio do PT e é a maior liderança dos movimentos sociais e sindicais do mundo, sendo assim o maior capital político de qualquer eleição.

Esse episódio mostra mais uma vez que se Flávio Dino não mudar os rumos de sua campanha em direção às bases partidárias e sociais que fizeram dele o governador do Maranhão em 2014, concretizando as promessas de campanha de rejuvenescer o quadro político do Estado, incentivando as novas lideranças e aprofundando as políticas públicas e sociais de viés mais à esquerda, estará caminhando para o abismo eleitoral. Ao invés de ser o senador mais votado na história poderá ser o primeiro ex-governador a sair do governo do Estado e além de não eleger o seu candidato a governador, também não conseguirá a vaga para a Câmara Alta.

Para cumprir a determinação do diretório nacional de aumentar o leque de alianças e possíveis palanques para a chapa LULA/Alckmin, grande parte da militância do PT, dirigentes de várias correntes do Partido, lideranças do movimento social e sindical reunirão no Sindep/MA hoje, a partir das 18:00 horas para organizar sua participação no Encontro Estadual de Tática Eleitoral que acontecerá nos dias 28 e 29 de maio com o objetivo de definir os rumos do PT nas eleições de 2022. 

A Tese defendida pelo grupo, além de priorizar a aliança com o senador Weverton, que tem historicamente proximidade política e ideológica com o campo petista, argumenta também a necessidade de palanques múltiplos para Lula no Maranhão, afinal, não parece lógico que a direção nacional faça tanto esforço nacionalmente para ampliar apoios criando uma frente ampla e aqui no Maranhão a direção estadual do PT caia na armadilha de Flávio Dino de restringir ao palanque de Lula apenas seus indicados; ex-“demo” Felipe Camarão, ex-tucano Carlos Brandão e até  bolsonarentos como Pedro Lucas e Fufuca.

quinta-feira, 12 de maio de 2022

A frente ampla de oposição criada contra o governador tampão Carlos Brandão e o ex-governador Flavio Dino parece ter assustado os Leões.

 

Além de enfrentar resistência entre seus próprios “aliados”, muitos inclusive ocupando espaços no governo do Estado, Flávio Dino e suas imposições – Brandão e Camarão – para compor a chapa majoritária nas eleições de 2022, estão tendo muitas dificuldades para consolidar a tomada do PT, que marcou para os dias 28 e 29 de maio a data do Encontro Estadual de Tática Eleitoral, quando devem ser votadas as teses que oficializarão os rumos do Partido no processo eleitoral.

A situação está tão complicada que o palácio dos Leões está tentando forçar a barra para que o encontro não seja realizado, uma vez, que as forças cooptadas pelo palácio não podem garantir que os delegados votarão conforme a determinação de Flávio Dino, podendo inclusive, além de não aceitarem o nome do new petista Felipe Camarão para vice, vetarem também a união com o governador tampão Brandão.

Parece que Flávio terá que escolher entre perder cancelando o Encontro ou perder no Encontro. Qualquer das duas situações mostram a fragilidade da “liderança” do ex-governador que apesar de ter cooptado alguns dirigentes com cargos no governo, a Base do Partido não seguirá as ordens do ex-juiz e apoiará o senador Weverton na corrida pelo governo do Estado.

Com o avanço da pré-campanha do senador do PDT, está em curso uma tentativa insana e desesperada de atacar Weverton através de blogs e rádios ligados à campanha de Brandão, produzindo matérias falsas todos os dias como os números dos indicadores sociais do governo que estão muito piores do que em 2014 quando Flávio Dino assumiu o Estado.

A situação está tão difícil pelo lado de lá que por discordar da política agrária do governo do Estado que fez recrudescer a luta no campo, aumentando a violência e mortes de trabalhadores e trabalhadoras rurais, a FETAEMA, que representa a categoria em 215 municípios do Maranhão resolveu abraçar a pré-candidatura de Weverton ao governo estadual e por isso agora está sendo alvo das F
ake News fabricadas nos porões do PSB.

Imaginem que chegaram ao ponto de desrespeitar a história de mais de setenta anos em que a Entidade luta na defesa dos trabalhadores e trabalhadoras rurais tentando colar a imagem da FETAEMA ao Bolsonarismo. Esse tipo de atitude criminosa mostra que na prática a turma do governador tampão Carlos Brandão está muito mais próxima do Bolsonarismo do que qualquer um nesse Estado, tentando impor através do terror e das Fake News a sua vontade e calar quem ousar pensar diferente.

  

terça-feira, 3 de maio de 2022

Flávio Dino e a raiz da traição

Na etimologia a palavra traição é: “quebra da fidelidade prometida e empenhada por meio de ato pérfido; deslealdade para com um amigo ou pessoa com quem se tem algum laço de solidariedade ou outro tipo de compromisso”.

Nestes tempos de luta por poder e perpetuação do mandonismo, aqueles que traíram o povo com discursos inflamados contra a oligarquia e o fim dos currais eleitorais, agora acrescentam às suas listas de crimes a desfaçatez e as fake news, tentando impor às oposições verdadeiramente traídas a pecha de desertores. Ora, será o professor de Deus além de traidor, mágico? Afinal, quer o ex-governador que o povo esqueça de que quando foi construída a frente de oposições contra a oligarquia Sarney, o pacto seria o de alternância do poder estadual para que nem um grupo mais pudesse achar-se dono do Maranhão.

Mas voltando a falar de traição, o ex-governador Flávio Dino tem uma lista de atitudes que se adequam bem ao significado do termo, vejamos algumas; Flávio voltou à política partidária em 2006 tornando-se conhecido no estado atrelado ao grupo de Dr. Jackson Lago que venceu o grupo Sarney pela primeira vez fazendo coro ao fim da oligarquia Sarney, sendo o governador deposto por um golpe político-judicial orquestrado no centro familiar e político dos Sarneys. Nesse momento começa a despontar a raiz da traição e logo em 2010 na ânsia por poder, trai o grupo político que o elegeu chegando ao ponto de chamar Dr. Jackson de ficha suja e do alto de sua “experiência” jurídica espalhar por todo o Maranhão que Lago estaria inelegível. E que ele, Flavio, deveria ser o candidato das oposições. Resultado: Roseana volta a ganhar a eleição para governar o Estado e enfermo e desolado com a traição, Dr. Jackson morre logo depois.

Em 2014, Flávio volta a tentar a corrida ao governo do Estado, e sabia que somente o PDT tinha condições de legitimá-lo como representante único das oposições e para atrair o partido de Brizola oferece a vaga de vice na chapa e traz para vaga de senador o ex-sarneyzista Roberto Rocha. Entretanto para atrair também o PSDB de Alckmin à sua campanha, pede e é autorizado em nome de um projeto maior que o PDT que já tinha indicado Marcio Honaiser, renunciasse à vaga para agregar o tucano Carlos Brandão na chapa majoritária. Tudo isso dentro da premissa de que o PDT tivesse mais na frente a oportunidade de liderar o grupo ao final do ciclo de Dino.

Em 2020, mais uma vez Flávio Dino é picado pelo vírus da traição e para dificultar o projeto do PDT de ganhar a eleição para a prefeitura de São Luís e enfraquecer Weverton que havia sido eleito senador com quase 2 milhões de votos, resolve inventar a candidatura do imberbe Rubens Junior e do deputado desmancha roda, Duarte Junior, à época no Republicanos, da Base de sustentação de Bolsonaro. Praticamente obrigando Weverton e o PDT a apoiarem a candidatura e ajudar na eleição de Eduardo Braide a prefeito da capital no segundo turno.

Em 2021, o então governador Flávio Dino reuniu o grupo político de sustentação ao seu governo e anunciou que o próximo candidato a governador do grupo seria escolhido segundo critérios bem objetivos e justos (pesquisas qualitativas e quantitativas, aferição de maioria entre o grupo político e afinidade com o projeto inicial de revitalização e renovação dos quadros políticos), o que foi aceito e acordado por todos. Entretanto, mais uma vez Dino traiu quem o elegeu como líder do grupo e fez sua escolha pessoal pelo ex-sarneyzista Brandão, contrariando todos os critérios antes firmados.

Mais do que trair a classe política que pediu votos para ele, Flávio traiu o povo que deu seu voto para afastar de vez da vida pública os maus políticos que foram responsáveis por décadas de atraso no Maranhão como Sebastião Madeira, Luís Fernando, Zé Reinaldo (aquele preso por conta das pontes que não davam a lugar algum), que agora sob o comando do governador tampão Carlos Brandão estão comandando as principais pastas do governo do Estado, ameaçando e cooptando lideranças políticas em troca de cargos, sinecuras e outras coisas menos republicanas.

Sem falar no estelionato eleitoral que Flávio Dino quer impor aos maranhenses na eleição de 2022 ao impor sua escolha pessoal Carlos Brandão, o mais legítimo representante da velha política para guardar o lugar para que ele mesmo (Flávio) volte em 2026. Parafraseando Haroldo Saboya, Dino está querendo transformar um tucano (pessedebista) em uma pomba (pessebista). Mesmo se considerando o “professor de Deus”, o ex-governador não irá conseguir operar este “milagre”.

Por todo o exposto e neste contexto, tem-se alguém que carrega em si o vírus da traição e com certeza não são aqueles que se rebelaram e resistiram aos ataques dos ocupantes do Palácio do Leões, mas sim o próprio Flávio Dino e o gabinete do ódio que foi montado nos porões do Palácio dos Leões que tenta calar à força quem pensa diferente, financiando ataques em rádios e blog apócrifos, feitos nos porões do PSB, para inundar o estado de fake news com o poder das chaves do cofre estadual, diga-se de passagem dinheiro público.

Fonte:https://www.blogdorogeriosilva.com.br/

terça-feira, 26 de abril de 2022

O desespero que fomenta a mentira

 

Deprimente a narrativa desenvolvida em nota divulgada por um ex-secretário de Flávio Dino sobre o encontro Estadual de Petistas Fechados com Weverton. Não sei se por esquecimento “seletivo”, por desespero ou se por falta de caráter mesmo, o texto está eivado de omissões, mentiras e meias verdades.

O despeito dessa figura com o contraditório é visível e constrangedor para alguém que teve como parte de suas funções no governo defender e proteger os mais vulneráveis e não conseguiu, muito pelo contrário; os índices de violência e assassinatos no campo voltaram a aumentar exponencialmente deixando famílias de luto, sem moradia e um pedaço de chão para plantar.

Em sua narrativa para justificar a entrega sem escrúpulos da estrutura partidária do Partido dos Trabalhadores aos interesses pessoais de Flavio Dino chegou ao cúmulo de acusar os Petistas históricos, defensores de um partido altivo e independente que estão alinhados com Weverton, pré-candidato que em sua história de militância sempre esteve no campo progressista defendendo as pautas dos Trabalhadores, de terem entregue o PT aos Sarneys.

Caro professor, só para relembrá-lo:  quem entregou o PT a José Sarney foi exatamente o maior entusiasta do atual Sarnodinismo, o conselheiro presidente do TCE, Washington Macaxeira, como o senhor mesmo o chamava em outros tempos, que agora com o peso da toga tem as rédeas da maior corrente interna do PT maranhense, realizando inclusive reuniões partidárias em sua cobertura na Península. Segundo notícias, usando inclusive o seu gabinete como comitê de campanha da pré-candidata do PT, Cricielle.

Não é a toa que hoje o governo de Carlos Brandão está perfeitamente representado pelo Sarnodinismo, tendo suas principais pastas comandadas pelo que restou das ordes sarneysistas, afastando-se completamente dos ideais sonhados e construídos pela oposição comandada por Dr. Jackson e as forças progressistas do Maranhão.

Outra coisa ex-secretário, quando o senhor tenta desqualificar e reduzir centenas de trabalhadoras e trabalhadores rurais e da cidade, legítimos filiados ao PT a pessoas rancorosas e rompidas com o Partido dos Trabalhadores, mostra o total desespero e desrespeito com a verdade.

O Companheiro Chico Miguel foi obrigado depois de muitos anos a desfiliar-se do PT para que pudesse ter legenda e assim poder representar os milhares de trabalhadores e trabalhadoras rurais de nosso Estado por conta da interferência indevida do ex-governador e seus comandados na organização interna do PT. Essa é a verdade professor. E a verdade sempre prevalecerá restando aos submissos do Palácio dos Leões o lugar reservado aos traidores do povo sofrido do Maranhão: no esgoto da história.

Fonte:http://pracomecodeconversa1.blogspot.com/