terça-feira, 1 de setembro de 2026

Dino do Aldenora Bello recebe apoio do prefeito Preto e de todo o seu grupo político em Vargem Grande

         

        O prefeito de Vargem Grande, Preto, e todo o seu grupo político declararam apoio à candidatura de Dino do Aldenora Bello a deputado estadual. A adesão foi oficializada durante um encontro que reuniu lideranças políticas do município, entre elas o vice-prefeito Toinho do Juvenil, o ex-prefeito Carlinhos Barros, a primeira-dama Eliane, o presidente da Câmara Municipal, Tiago Braz, e vereadores da base aliada.

Dino do Aldenora Bello agradeceu a manifestação de apoio e destacou a importância da união do grupo político de Vargem Grande em torno de seu projeto para as eleições de 2026.

“Recebo esse apoio com muita gratidão e, principalmente, com muita responsabilidade. Quero agradecer ao prefeito Preto, ao vice-prefeito Toinho do Juvenil, ao ex-prefeito Carlinhos Barros, à primeira-dama Eliane, ao presidente Tiago Braz, aos vereadores e a todo o grupo político pela confiança. Esse apoio fortalece nossa caminhada e aumenta ainda mais o nosso compromisso de trabalhar por Vargem Grande e por todo o Maranhão”, afirmou Dino.

A adesão do prefeito Preto e de todo o seu grupo político representa um importante reforço para o projeto de Dino do Aldenora Bello e amplia sua presença política na região para a disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa em 2026.

Ao dar as boas-vindas ao candidato, o prefeito Preto destacou a receptividade do grupo e afirmou:

“Seja bem-vindo ao nosso município de Vargem Grande. Estamos aqui recebendo o senhor de braços abertos.”

O vice-prefeito Toinho do Juvenil ressaltou a trajetória de Dino e destacou a importância de sua experiência e credibilidade para representar o município na Assembleia Legislativa.

“Essa sua trajetória de luta e credibilidade vai fazer do senhor o nosso deputado.”

O ex-prefeito Carlinhos Barros também reafirmou seu apoio e pediu confiança da população no projeto.

“Quero apresentar a todos vocês e podem confiar em mim: alô, Dino! Seja bem-vindo!”

A primeira-dama Eliane manifestou sua satisfação com o encontro, reforçou o apoio à caminhada de Dino e desejou bênçãos para sua trajetória política.

Entre os vereadores, o apoio também foi reafirmado. Layane Corrêa, Luzilvan Monteiro, Antonio Filho e Tiago Braz, presidente da Câmara Municipal, declararam publicamente seu alinhamento com Antônio Dino.

“É com imensa alegria que eu fecho hoje aqui essa parceria com esse companheiro, Antônio Dino”, afirmou o vereador Antonio Filho.

Para o presidente da Câmara, Tiago Braz, o encontro consolidou a apresentação de Antônio Dino como o nome apoiado pelo grupo para a disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa.

Com a saúde e o combate ao câncer como principais bandeiras de sua campanha, Dino do Aldenora Bello chega a Vargem Grande fortalecendo uma trajetória construída à frente da Fundação Antonio Dino, instituição mantenedora do Hospital do Câncer Aldenora Bello. O trabalho desenvolvido na área da saúde e no enfrentamento ao câncer tem sido uma das principais marcas de sua atuação.

A declaração de apoio do prefeito Preto e das principais lideranças políticas do município reforça a estratégia de expansão da campanha de Dino no interior do Maranhão e sinaliza a formação de uma base política sólida para as eleições de 2026.

 


Orçamento de 2027: superávit para quem?


O Governo Federal enviou ao Congresso Nacional a proposta de Orçamento para 2027 anunciando um cenário de superávit e reafirmando compromissos com o controle das contas públicas. Para alcançar esse resultado, entretanto, a proposta mantém regras de contenção dos gastos, condiciona a política salarial do funcionalismo e prevê aumento dos recursos destinados às emendas parlamentares.

Para os servidores públicos, que há anos enfrentam perdas salariais acumuladas e dificuldades para recuperar o poder de compra, esse cenário merece atenção e mobilização. Não podemos aceitar que o equilíbrio das contas públicas seja construído, mais uma vez, às custas dos trabalhadores e daqueles que mantêm os serviços públicos funcionando diariamente.

O discurso de responsabilidade fiscal não pode servir como justificativa permanente para limitar reajustes, impedir a recomposição das perdas inflacionárias e postergar a valorização dos servidores.

Também chama atenção o aumento dos recursos destinados às emendas parlamentares. Recursos públicos precisam atender às necessidades da população e garantir direitos, e não transformar o orçamento em instrumento de negociação política.

A proposta que chega ao Congresso ainda será debatida, modificada e votada. É justamente nesse espaço que a mobilização dos trabalhadores precisa estar presente. O orçamento não é apenas uma peça técnica: ele expressa escolhas políticas e define quem será beneficiado e quem continuará pagando a conta.

Por isso, o movimento sindical precisa acompanhar de perto a tramitação do Orçamento de 2027, pressionar deputados e senadores e apresentar propostas que garantam a recomposição das perdas salariais, a valorização das carreiras e o fortalecimento do serviço público. Não podemos deixar que as decisões sobre o futuro dos trabalhadores sejam tomadas sem a participação daqueles que serão diretamente afetados.

Para o presidente do Sindsep/MA, João Carlos Lima Martins, mais do que acompanhar a votação, é necessário construir força política. “Nas eleições, será fundamental eleger uma bancada comprometida com os trabalhadores, com o serviço público e com a defesa dos direitos sociais. Precisamos ampliar a representação de parlamentares que tenham compromisso com a valorização dos servidores e estejam dispostos a enfrentar a lógica de ajuste que coloca os trabalhadores sempre como variável de contenção das despesas”, afirmou o presidente João Carlos.

O orçamento é uma disputa de prioridades. E os trabalhadores precisam estar organizados para disputar essas prioridades. A defesa da recomposição salarial, da valorização do servidor e de um serviço público forte passa pela mobilização sindical, pela pressão sobre o Congresso e também pela construção de uma representação política verdadeiramente comprometida com os interesses da classe trabalhadora.

Nenhum direito se conquista sem luta, e nenhum orçamento será justo se os trabalhadores não tiverem força para disputar seus rumos.

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

A luta dos trabalhadores pela liberdade vai além dos direitos trabalhistas



A luta dos trabalhadores, nos dias de hoje, não se limita mais à preservação e à ampliação dos direitos trabalhistas. Ela também envolve a defesa da liberdade de pensamento, de expressão e de escolha política dentro e fora do ambiente de trabalho.

Como destacou o deputado Renato Freitas, do Partido dos Trabalhadores (PT), do Paraná, em pronunciamento recente, há uma mudança preocupante na relação entre trabalhadores e empregadores: alguns patrões já não se contentariam apenas em controlar ou explorar a força de trabalho de seus empregados. Haveria, também, uma tentativa de influenciar aquilo que os trabalhadores pensam, defendem e, principalmente, em quem votam.

Essa questão ganha ainda mais importância durante os períodos eleitorais. O voto, em uma democracia, é um direito individual e secreto. Cada cidadão deve ter a liberdade de escolher seus representantes sem sofrer pressão, ameaça, constrangimento ou qualquer tipo de retaliação.

A própria Justiça Eleitoral estabelece mecanismos para proteger essa liberdade, inclusive com a proibição do assédio eleitoral no ambiente de trabalho. A empresa pode organizar sua atividade econômica e cobrar de seus funcionários o cumprimento de suas obrigações profissionais, mas não pode transformar a relação de emprego em instrumento de pressão política.


O trabalhador vende sua força de trabalho, seu conhecimento e seu tempo, mas não entrega ao empregador sua consciência. Ter um emprego não significa abrir mão da liberdade de pensamento. A relação profissional não pode ser confundida com submissão política.

Por isso, a defesa dos direitos trabalhistas precisa caminhar lado a lado com a defesa das liberdades democráticas. De nada adianta garantir formalmente o direito ao voto se, na prática, um trabalhador teme perder o emprego, sofrer perseguição ou ser prejudicado porque escolheu um candidato diferente daquele defendido por seu superior.

A democracia também se constrói no local de trabalho. E uma democracia verdadeiramente livre pressupõe que o trabalhador possa exercer sua cidadania sem medo.

A luta dos trabalhadores, portanto, é também pela preservação de sua autonomia, de sua dignidade e de sua liberdade de consciência. Porque nenhum contrato de trabalho deve significar um contrato de submissão política.

Onde denunciar:

  • Ministério Público do Trabalho (MPT): Acesse a página oficial de Assédio Eleitoral do MPT, selecione o seu estado e preencha o formulário com os dados do local de trabalho e a irregularidade.
  • Ministério Público Eleitoral (MPE): Use a Sala de Atendimento ao Cidadão do MPF ou baixe o aplicativo MPF Serviços (disponível para Android e iOS).
  • Justiça do Trabalho: Os Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) e o Tribunal Superior do Trabalho (TST) também recebem denúncias por meio de suas ouvidorias.

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Postes instalados no meio das calçadas prejudicam a acessibilidade e colocam pedestres em risco em São Luís: desrespeito aos pedestres e à acessibilidade

 

A instalação de postes da Equatorial no meio das calçadas de São Luís tem causado transtornos e colocado em risco a segurança dos pedestres. A situação é ainda mais grave para pessoas com deficiência visual, que dependem de rotas livres e sinalizadas para se locomover com segurança. Em alguns pontos, o poste foi instalado exatamente sobre a guia utilizada por deficientes visuais, criando um obstáculo inesperado que pode provocar quedas e até acidentes graves, como é o caso na Rua dos Carcarás, próximo à sede da Associação do Pessoal da Caixa, APCEF, no bairo do Calhau, como denunciado nestas fotos.

Além de representar um desrespeito aos cidadãos, esse tipo de instalação levanta sérias questões relacionadas ao cumprimento das normas de acessibilidade e mobilidade urbana. Projetos e reformas de calçadas devem observar as diretrizes da ABNT NBR 9050 e da Cartilha Calçada Legal da Prefeitura de São Luís, garantindo uma faixa livre e contínua para a circulação de pedestres, além de rampas acessíveis quando necessárias.


A legislação também estabelece que calçadas devem permitir a livre circulação de todas as pessoas, incluindo pessoas com deficiência, cadeirantes, idosos e famílias com carrinhos de bebê. A Lei Federal nº 10.098/2000 e o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) reforçam a obrigação de garantir acessibilidade nos espaços públicos.

Não é aceitável que obstáculos sejam colocados nas calçadas a ponto de obrigar o pedestre a desviar para a pista de rolamento. Da mesma forma, são proibidas situações que comprometam a circulação, como barreiras, entulhos, mato acumulado, degraus inadequados ou revestimentos que ofereçam risco aos usuários.

A própria Prefeitura de São Luís vem sendo cobrada judicialmente pelo Ministério Público para intensificar a fiscalização de calçadas irregulares ou abandonadas por particulares e empresas. Por isso, situações como essa precisam ser denunciadas e fiscalizadas pelos órgãos responsáveis.

Em São Luís, denúncias de calçadas irregulares podem ser encaminhadas à Blitz Urbana, braço operacional de fiscalização da Secretaria Municipal de Urbanismo e Habitação (SEMURH). O órgão recebe denúncias relacionadas a obstruções, buracos, degraus inadequados e falta de acessibilidade.

📱 Central de Denúncias da Blitz Urbana: WhatsApp (98) 99130-0353. É possível enviar mensagens, fotos e a localização do problema.

Calçada é espaço de circulação e deve ser segura, acessível e livre de obstáculos. A instalação de postes não pode ignorar o direito de ir e vir da população. Quando um equipamento público ou de uma empresa se transforma em uma barreira para o pedestre — principalmente para quem possui deficiência visual — é necessário cobrar providências, fiscalização e, sobretudo, respeito à legislação de acessibilidade.

Mobilidade urbana também é garantir que todos possam caminhar com segurança.

MST inaugura Restaurante da Reforma Agrária em São Paulo com sabores de todo o Brasil

     


    O centro de São Paulo ganhou, neste sábado (22), um novo espaço de alimentação que une gastronomia, agricultura familiar e debate sobre a reforma agrária. O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) inaugurou o Restaurante da Reforma Agrária Popular, instalado no Armazém do Campo, em Campos Elíseos. A partir desta segunda-feira (24), o restaurante passa a funcionar de segunda a sábado, das 12h às 15h, oferecendo opções de buffet e à la carte.

A proposta vai além de servir refeições. O restaurante nasce com a ideia de aproximar quem vive na cidade dos alimentos produzidos por agricultores familiares e assentados da reforma agrária. Parte dos produtos comercializados pelo próprio Armazém do Campo agora chega diretamente ao prato dos clientes, incluindo alimentos orgânicos e agroecológicos.


O cardápio será uma das principais atrações. Inspirado na diversidade culinária das cinco regiões brasileiras, o menu deverá ser renovado mensalmente e recuperar sabores presentes nas feiras nacionais da reforma agrária promovidas pelo MST. Entre os pratos previstos estão receitas tradicionais de diferentes territórios, como o baião de dois, representante da culinária nordestina. Na inauguração, o destaque foi o arroz carreteiro, tradicional do Rio Grande do Sul.

Além dos pratos regionais, o buffet terá uma proposta mais próxima da alimentação cotidiana, com arroz, feijão, carnes, opções vegetarianas e saladas. Os vegetais utilizados nas preparações serão adquiridos da produção comercializada pelo Armazém, fortalecendo a ligação entre o que está nas prateleiras e o que chega à mesa.

O novo restaurante também faz parte das comemorações dos dez anos do Armazém do Campo em São Paulo. Criado após a 1ª Feira Nacional da Reforma Agrária, realizada em 2015, o espaço atualmente reúne cerca de 1,5 mil produtos de aproximadamente 700 produtores rurais. A rede do Armazém já conta com 19 unidades em 11 estados brasileiros.

Para o MST, a iniciativa representa uma nova forma de diálogo com a população urbana. A intenção é apresentar, por meio da alimentação, a diversidade da produção da agricultura familiar e os resultados alcançados por comunidades da reforma agrária. O restaurante também pretende ser um espaço de convivência, cultura e troca de experiências entre campo e cidade.

O funcionamento inicial contará com duas cozinheiras e duas auxiliares de cozinha, com refeições individuais e cobrança por quilo. A equipe afirma que busca manter os preços próximos aos praticados por outros restaurantes da região, mesmo diante dos custos de produtos orgânicos e agroecológicos. Durante o primeiro mês, os clientes também poderão participar de uma pesquisa de opinião que ajudará a avaliar pratos, atendimento e estrutura.

Mais do que uma nova opção para o almoço, o Restaurante da Reforma Agrária Popular chega a São Paulo como uma experiência que conecta comida, território e produção rural. Ao transformar alimentos da agricultura familiar em refeições, o espaço propõe que o público conheça a reforma agrária também pelo sabor — e descubra, à mesa, a diversidade de alimentos e culturas que atravessa o país.

O Restaurante da Reforma Agrária Popular fica na Alameda Nothmann, 806, em Campos Elíseos, região central de São Paulo.

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Fenaj defende volta do diploma de Jornalismo em meio a debate sobre sigilo da fonte

 

A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) defende que o Supremo Tribunal Federal (STF) reavalie a decisão de 2009 que derrubou a obrigatoriedade do diploma de curso superior em Jornalismo para o exercício da profissão. A discussão ganhou força após manifestações dos ministros Flávio Dino e Alexandre de Moraes favoráveis à formação específica.

Para a Fenaj, a graduação oferece conhecimentos técnicos e éticos fundamentais para a apuração, checagem de informações, proteção de fontes e responsabilidade na divulgação de notícias. A entidade também argumenta que as transformações provocadas pelas redes sociais e pelo avanço da desinformação reforçam a necessidade de qualificação profissional.

O tema também se relaciona ao debate sobre o sigilo da fonte, garantia constitucional considerada essencial ao jornalismo investigativo. Ao mesmo tempo, crescem as discussões sobre os limites da liberdade de imprensa e a responsabilidade por conteúdos publicados nas plataformas digitais.

Além de uma possível revisão pelo STF, tramita na Câmara dos Deputados a PEC 206/2012, conhecida como PEC do Diploma, que prevê a volta da exigência de formação superior em Jornalismo. A proposta está parada há mais de uma década.

A retomada do debate coloca novamente em discussão o equilíbrio entre liberdade de expressão, qualificação profissional, ética e responsabilidade no exercício do jornalismo. Para a Fenaj, a formação específica é um instrumento para fortalecer a credibilidade da profissão e proteger suas prerrogativas.

Posição dos ministros: Durante sessão da Primeira Turma do STF, Flávio Dino e Alexandre de Moraes argumentaram que a ausência de exigência de diploma facilita que redes de desinformação ou pessoas sem compromisso ético se utilizem de prerrogativas jornalísticas.

Sigilo da fonte e desinformação: Os magistrados ressaltaram que o sigilo da fonte visa proteger o direito à informação legítima, e não servir de escudo para crimes ou divulgação intencional de notícias falsas.


segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Em 1º ato, Lula reúne multidão, defende terras raras e fala em eleger maioria no Congresso

 

Em ato no estádio Vila Euclides, em São Bernardo do Campo, neste domingo (16/8), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atacou a direita, defendeu a exploração das terras raras pelo Brasil e afirmou ser necessário eleger maioria no Congresso Nacional.

“Eu sou o primeiro presidente da República eleito três vezes. Enquanto eu for vivo, não vou permitir parar de lutar e deixar a direita governar. Uma direita que ficava dando risada das crianças que estavam morrendo por falta de remédio. Uma direita que é responsável pela morte de 400 mil pessoas da Covid por irresponsabilidade com a vacina”, afirmou Lula.

Ao citar sobre terras raras, Lula afirmou que “a gente não quer exportar o mineral bruto para depois comprar as coisas prontas dele. Nós queremos extrair aqui, transformar aqui, industrializar aqui, produzir aqui, gerar emprego aqui e gerar riqueza”.

Ao defender uma maior base de apoio no Legislativo, Lula afirmou que “precisa eleger a maioria no Congresso Nacional”.

O presidente reforçou que pretende criar o Ministério da Justiça e Segurança Pública, caso o Congresso aprove a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança.“Vou criar o Ministério da Segurança Pública para dividir a responsabilidade com estados e municípios, pra gente libertar o povo das vilas mais pobres”, ressaltou.

O ato foi acompanhado pelo candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), e pelo candidato à reeleição como vice-presidente na chapa, Geraldo Alckmin (PSB).Campanha eleitoral

Mais cedo, em vídeo publicado nas redes sociais, Lula afirmou que o cidadão deve escolher quem representa suas expectativas para o país.

“Você não precisa votar em mim, não. Vote em você. Vote no seu desejo, no seu sonho, na crença que você tem de quem pode fazer as coisas pelo Brasil, e durma tranquilo”, afirmou Lula em post no Instagram. 

Fonte: Metrópoles