quinta-feira, 18 de junho de 2026

Lindbergh critica Galípolo e diz que BC precisa parar de governar para a Faria Lima

 

Deputado afirma que Selic a 14,25% mantém o Brasil na liderança mundial dos juros e prejudica produção, emprego e trabalhadores

Gabriel Galípolo (menor destaque) e Lindbergh farias

Gabriel Galípolo (menor destaque) e Lindbergh farias (Foto: Fabio Pozzebom / Agência Brasil I Agência Câmara)

O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) criticou duramente a política monetária conduzida pelo Banco Central sob a presidência de Gabriel Galípolo, após o Comitê de Política Monetária (Copom) reduzir a taxa Selic em apenas 0,25 ponto percentual, para 14,25% ao ano.

Em publicação nas redes sociais, Lindbergh afirmou que, mesmo com a queda tímida anunciada pelo Banco Central, o Brasil segue submetido a uma taxa de juros “estratosférica” e passou a ocupar a liderança mundial dos juros. Segundo levantamento citado pelo InfoMoney, o país manteve a maior taxa real de juros do mundo após a decisão do Copom, com juro real de 9,67% em junho.

“Mesmo após a queda tímida de 0,25%, a Selic segue no patamar estratosférico de 14,25% e o Brasil assumiu a liderança mundial da taxa de juros”, escreveu Lindbergh.

A crítica ocorre depois de o Copom decidir, por unanimidade, cortar a Selic de 14,50% para 14,25% ao ano. Foi o terceiro corte consecutivo da taxa básica, mas o patamar continua entre os mais altos do mundo e mantém forte pressão sobre crédito, investimentos e atividade econômica.

Crítica à política de juros

No texto, Lindbergh afirmou que não há justificativa para o Brasil manter juros tão elevados, especialmente em comparação com países submetidos a situações extremas.

“Nada justifica uma taxa maior até do que a de países em guerra, como a Rússia”, declarou.

Para o deputado, a manutenção da Selic em nível tão alto tem efeitos diretos sobre o custo do crédito, a capacidade de investimento das empresas e a geração de empregos. Ele afirmou que os juros atuais impõem obstáculos à economia produtiva e beneficiam o rentismo.

“Juros altos encarecem o crédito, impedem investimentos e prejudicam empresas e trabalhadores”, disse Lindbergh.

Na avaliação do parlamentar, a política monetária do Banco Central tem impacto fiscal relevante, pois aumenta os gastos com a dívida pública e transfere recursos para detentores de títulos financeiros.

“Ao impor obstáculos a quem quer produzir, gerar empregos e movimentar a economia, o Banco Central faz o Brasil gastar centenas de bilhões com a dívida pública, fortalecendo o rentismo em vez de impulsionar o desenvolvimento”, afirmou.

“Escolha política contra a produção e o emprego”

Lindbergh também classificou a manutenção do Brasil no topo do ranking mundial de juros como uma decisão política. Para ele, o Banco Central deveria priorizar os interesses da economia real e da população, e não os interesses do mercado financeiro.

“Manter o Brasil no topo dos juros é uma escolha política contra a produção e o emprego”, escreveu.

Em seguida, o deputado elevou o tom contra a condução da política monetária e dirigiu a crítica ao setor financeiro, simbolizado pela Faria Lima, centro do mercado financeiro em São Paulo.

“O Banco Central precisa parar de governar para a Faria Lima e começar a responder ao povo brasileiro!”, afirmou Lindbergh.

A declaração mira diretamente a orientação do Banco Central em um momento em que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva busca estimular o crescimento econômico, ampliar investimentos e reduzir o custo do crédito para famílias e empresas.

Selic segue em patamar elevado

A decisão do Copom foi anunciada em meio a um cenário de inflação ainda acima da meta e de incertezas no ambiente internacional. O Banco Central afirmou, no comunicado da reunião, que a condução da política monetária exige “serenidade e cautela” e deixou em aberto os próximos passos.

Apesar do corte, a Selic de 14,25% ao ano continua comprimindo a atividade econômica. Juros elevados tornam mais caro o financiamento para consumidores e empresas, encarecem empréstimos, reduzem o apetite por investimentos produtivos e ampliam a remuneração dos investimentos financeiros atrelados à taxa básica.

Esse é o ponto central da crítica de Lindbergh: para o parlamentar, a política monetária atual preserva uma lógica favorável ao rentismo, em detrimento da produção, do emprego e do desenvolvimento nacional.

Pressão política sobre o Banco Central

A fala de Lindbergh reforça a pressão de setores do campo progressista sobre o Banco Central e sobre Gabriel Galípolo. Embora o corte da Selic tenha sido visto como um movimento na direção esperada pelo governo, a redução de apenas 0,25 ponto percentual foi considerada insuficiente por críticos da atual política monetária.

O debate sobre juros segue como um dos principais temas da economia brasileira. De um lado, o Banco Central argumenta que precisa manter a política monetária restritiva para assegurar a convergência da inflação à meta. De outro, parlamentares e economistas críticos da austeridade monetária afirmam que a Selic em patamar tão elevado trava o crescimento, penaliza trabalhadores e compromete a retomada do investimento produtivo.

Para Lindbergh, o Banco Central precisa mudar de prioridade.

“O Banco Central precisa parar de governar para a Faria Lima e começar a responder ao povo brasileiro!”

 

Fonte: https://www.brasil247.com

Nota da CUT: redução da taxa Selic em 0,25 ponto percentual é insuficiente

 

Em nota oficial, a Central Única dos Trabalhadores reforça que redução de apenas 0,25 ponto percentual na Selic é insuficiente para o Brasil e põe freio no desenvolvimento

A Central Única dos Trabalhadores - CUT Brasil - manifesta sua profunda insatisfação com a decisão do Conselho de Política Monetária (COPOM), do Banco Central, de reduzir a taxa básica de juros (taxa Selic) em apenas 0,25 ponto percentual, fixando-a em 14,25% ao ano. Essa redução tímida não atende às necessidades urgentes do país e do povo brasileiro. Manter os juros nesse patamar absurdo continua sufocando o setor produtivo, encarecendo o crédito e penalizando diretamente a classe trabalhadora, que segue pagando a conta da lógica do rentismo.

A política monetária do Banco Central ignora os sinais positivos da economia brasileira e de alívio no cenário internacional, como a recente queda no preço do petróleo, e prefere manter o Brasil refém da especulação financeira. Taxas de juros reais tão elevadas drenam recursos públicos que deveriam financiar a saúde, a educação e a infraestrutura, destinando-os para o pagamento da dívida com os grandes detentores de capital. O desenvolvimento nacional e a geração de empregos de qualidade exigem um corte contundente da taxa de juros, e não mais uma concessão ao mercado.

A redução de apenas 0,25% pontos na taxa de juros expõe, mais uma vez, os limites e os perigos do atual modelo de autonomia do Banco Central. Na prática, essa autonomia serve apenas para blindar a autarquia das demandas populares e do projeto de crescimento referendado pelas urnas, mantendo a instituição de costas para o país. A verdadeira independência de uma autoridade monetária deveria estar comprometida com o pleno emprego e com a soberania econômica nacional, e não com a defesa intransigente de uma cartilha que sabota a produção e o povo brasileiro.

Reforçamos a necessidade de democratizar o debate público sobre os rumos da taxa de juros. O povo trabalhador precisa ocupar esse debate, pressionar e exigir uma política monetária comprometida com o desenvolvimento econômico e a justiça social. A taxa de juros envolve a vida de todo mundo que trabalha e não pode continuar sendo definida de forma isolada, distante das necessidades reais da sociedade. Defendemos a participação ativa da classe trabalhadora nessa governança, garantindo que a realidade das periferias, do comércio e do do mundo do trabalho seja colocada na mesa antes de qualquer decisão que impacte o custo de vida e o sustento das famílias. A CUT seguirá defendendo que o Banco Central avance na redução expressiva da taxa de juros. Orientamos todas as entidades sindicais e convidamos o povo brasileiro a seguirem mobilizados e atuantes na Campanha Permanente Menos Juros, Mais Empregos, pela redução da taxa de juros e pelo fim da autonomia do Banco Central e exigindo uma política econômica soberana, voltada para o desenvolvimento nacional, para o crédito acessível e para a efetiva valorização do trabalho.

Se é importante para o povo brasileiro, é uma luta da CUT!

17 de junho de 2026
Direção Executiva Nacional da CUT

quarta-feira, 17 de junho de 2026

Lula abre 12,5 pontos de vantagem sobre Flávio Bolsonaro no 2º turno

 Pesquisa CNT mostra presidente com 49,3% contra 36,8% de Flávio Bolsonaro em eventual disputa presidencial

Lula e Flávio Bolsonaro

Lula e Flávio Bolsonaro (Foto: Ricardo Stuckert/PR I Andressa Anholete/Agência Senado )

Lula abre 12,5 pontos de vantagem sobre Flávio Bolsonaro no 2º turno, segundo a 168ª Pesquisa CNT de Opinião, realizada pelo Instituto MDA. No cenário estimulado para uma eventual disputa presidencial entre os dois, o presidente aparece com 49,3% das intenções de voto, contra 36,8% do senador.

De acordo com a Pesquisa CNT de Opinião, brancos e nulos somam 11,2%, enquanto 2,7% dos entrevistados se declararam indecisos. O resultado indica vantagem numericamente ampla de Lula sobre o principal nome testado da oposição no cenário de segundo turno.

O levantamento também mostra que Lula vence todas as simulações de segundo turno apresentadas. Além de Flávio Bolsonaro, foram testados Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Renan Santos, Augusto Cury, Joaquim Barbosa e Michel Temer. Em todos os casos, o presidente aparece à frente.

No comparativo direto com Flávio Bolsonaro, Lula reúne quase metade do eleitorado pesquisado. A distância de 12,5 pontos percentuais entre os dois reforça o peso do presidente em uma eleição ainda marcada pela polarização, mas com sinais de redução da adesão ao bolsonarismo, segundo a síntese da própria pesquisa.

O diretor do Instituto MDA, Marcelo Souza, afirma no relatório: “Lula mantém vantagem eleitoral e vence todos os cenários de segundo turno, mas governa em ambiente de opinião pública equilibrado, com aprovação e desaprovação próximas. Flávio Bolsonaro é o adversário mais competitivo entre os nomes testados, ao mesmo tempo em que enfrenta rejeição elevada.”

Dados técnicos: a pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre 10 e 14 de junho de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A coleta foi presencial domiciliar, e o levantamento está registrado no TSE sob o número BR-04256/2026. 

pesquisa-cnt-mdaPesquisa CNT/MDA(Photo: Gerado por IA)Gerado por IA

Conteúdo postado por: Redação Brasil 247


terça-feira, 16 de junho de 2026

MGI faz balanço sobre relações de trabalho no serviço público.Entidades apontam pendências

Vale destacar que o secretário de Relações do Trabalho, José Lopez Feijoó, anunciou reunião da mesa de negociação permanente ainda neste mês de junho



A Condsef/Fenadsef participou nesta segunda-feira, 15 de junho, de uma reunião convocada pelo MGI para fazer um balanço sobre a democratização das relações de trabalho no serviço público.

Fonacate e Fonasefe, do qual a Confederação faz parte, levaram as impressões sobre o processo de negociações e apontaram pendências urgentes que precisam avançar. O secretário-geral da Condsef destacou a importância de abrir espaço no orçamento para assegurar esses avanços.

A vice-presidenta da CUT, Juvandia Moreira, falou em nome das centrais sindicais destacando o avanço do envio do projeto de lei (PL 1893/26) que regulamenta a negociação coletiva no serviço público.

O diretor da CUT e da Condsef, Pedro Armengol, trouxe luz ao problema das distorções que persistem no setor público. 

A ministra Esther Dweck destacou a importância de manter o diálogo aberto com o funcionalismo. Vale destacar que o secretário de Relações do Trabalho, José Lopez Feijoó, anunciou reunião da mesa de negociação permanente ainda neste mês de junho. Dweck acrescentou entender que ainda há muito que avançar.

Fonte: https://www.condsef.org.br

Aprovação de Lula sobe e supera desaprovação, indica pesquisa Futura/Apex

 Em um mês, aprovação do presidente avançou de 44,9% para 49,6%

                                     Presidente Lula (Foto: Ricardo Stuckert / PR)

A aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a 49,6% em junho e superou a desaprovação, que ficou em 47,7%, segundo pesquisa Futura/Apex divulgada nesta terça-feira (16). Outros 2,7% dos entrevistados não souberam ou não responderam ao questionamento.

O resultado marca uma mudança em relação ao levantamento anterior, publicado em maio, quando a desaprovação de Lula era maior do que a aprovação. Naquele momento, 51,8% dos entrevistados afirmavam desaprovar o presidente, enquanto 44,9% declaravam aprová-lo. Os que não souberam ou não responderam somavam 3,2%.

Avaliação negativa do governo Lula recua

A pesquisa Futura/Apex também mediu a avaliação do governo Lula. De acordo com o levantamento, 41,4% dos brasileiros classificam a gestão como ruim ou péssima. Já 39,8% consideram o governo ótimo ou bom.

O percentual dos que avaliam o governo como regular ficou em 18%. Outros 0,9% não souberam ou não responderam à pergunta.

infografico

Na comparação com maio, houve queda na avaliação negativa do governo. No levantamento anterior, 45,7% dos entrevistados classificavam a gestão Lula como ruim ou péssima. Já o índice dos que avaliavam o governo como ótimo ou bom era de 37,5%.

Também em maio, 15,6% dos entrevistados consideravam o governo regular, enquanto 1,2% não souberam ou não responderam.

Pesquisa mostra melhora nos indicadores de Lula

Os dados divulgados nesta terça indicam uma recuperação nos índices de aprovação e avaliação positiva do presidente em relação ao mês anterior. A aprovação de Lula avançou de 44,9% para 49,6%, enquanto a desaprovação caiu de 51,8% para 47,7%.

Na avaliação do governo, a parcela dos que consideram a gestão ótima ou boa subiu de 37,5% para 39,8%. Ao mesmo tempo, o grupo dos que classificam o governo como ruim ou péssimo caiu de 45,7% para 41,4%.

Metodologia da pesquisa Futura/Apex

O levantamento ouviu 2.000 pessoas em todo o país entre os dias 8 e 12 de junho. As entrevistas foram feitas por telefone, de forma assistida por computador. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-01461/2026.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil


segunda-feira, 15 de junho de 2026

SUS inclui nova terapia para pacientes adultos com leucemia mieloide

 Tratamento servirá a casos agudos em que não cabe quimioterapia



O Ministério da Saúde passará a inserir, no Sistema Único de Saúde (SUS), o tratamento combinado de venetoclax com azacitidina para pacientes adultos com leucemia mieloide aguda recém-diagnosticada.

A combinação dos medicamentos é indicada a pacientes que, por condições clínicas, não são elegíveis ao tratamento padrão com quimioterapia intensiva, sendo mais uma alternativa de terapia para esse público.

De acordo com Portaria nº 30/2026, publicada nesta segunda-feira (15), a nova opção será disponibilizada na rede pública de saúde em 180 dias, conforme prevê norma federal que regula a incorporação de tecnologias no SUS.

A medida segue recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e está alinhada ao Protocolo Clínico do Ministério da Saúde.

O relatório técnico que embasou a decisão ficará disponível para consulta pública no portal da Conitec. 

Leucemia

Segundo o Ministério da Saúde, a leucemia é um tipo de câncer sanguíneo originado na medula óssea, tecido responsável por produzir glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas. Quando há alguma mutação genética, esses componentes podem se transformar em células cancerígenas.

Na forma aguda, a doença se torna ainda mais fatal se não tratada de forma precoce. O diagnóstico nos primeiros estágios e o encaminhamento especializado são essenciais para bons resultados do tratamento. 

Essa é a forma mais comum da leucemia aguda em adultos e atinge, principalmente, pacientes idosos.

Fonte: https://www.cut.org.br

sexta-feira, 12 de junho de 2026

A certeza da impunidade e o sequestro dos recursos públicos

Após o sequestro do orçamento público pelos parlamentares através de emendas do orçamento secreto, implementada ainda no governo Bolsonaro, os escândalos de malversação de recursos públicos têm se avolumado.

O ministério público, a polícia federal e demais forças de segurança tem atuado diuturnamente para investigar, parlamentares, governadores, prefeitos e agentes públicos que de forma sistêmica tem desviado e se apropriado de milhões de reais que deveriam ser usados para melhorar a vida da população.

No Maranhão, por exemplo, tivemos um caso estarrecedor em que um município foi tomado, segundo as investigações, por uma verdadeira quadrilha, formada pelos ex gestores, o prefeito, a vice-prefeita atual e todos os vereadores que de forma metódica e organizada tomou de assalto e desviou mais de 56 milhões de reais, praticamente todo o orçamento do município.

O que é ainda mais estarrecedor, é que quando os envolvidos tiveram a prisão preventiva revogada pela Justiça do Maranhão em 11 de maio de 2026, sendo substituída por medidas cautelares como monitoramento eletrônico, eles foram recebidos de volta na cidade com festa por uma multidão.

Esse tipo de atitude por parte de quem deveria ficar indignado pela facilidade em que são soltos os responsáveis por desvios dos recursos públicos, é algo que também nos faz pensar nas dificuldades que os órgãos de controle têm para provar os desvios e punir os culpados.

Por outro lado, por conta de tantos desvios e fraudes, a população desses municípios continuam a sofrer por falta de recursos para a Educação, Saúde e Segurança, onde escolas, postos de saúde e hospitais estão sucateados e os furtos, roubos e crimes contra a vida continuam aumentando.

Os órgãos de controle precisam continuar vigilantes e ativos, mas a população também precisa fazer parte desse processo permanente de fiscalização e cobrança por mais transparência e a utilização correta dos recursos públicos.

Estamos em ano eleitoral e esse é o momento de separarmos o joio do trigo. Se realmente queremos uma sociedade melhor e mais justa, precisamos eleger gestores e parlamentares que realmente tenham compromisso com a população.

Não venda seu voto. Não vote em quem compra votos. Afinal, quem compra votos, não tem compromisso com seus eleitores, nem com a população, estão apenas imbuídos em garantir seus próprios interesses.