Ferramenta da CUT permite enviar mensagens para os senadores aprovarem a PEC do fim da escala 6x1. São necessários 49 votos em duas votações, para passar a valer
O fim da escala 6x1 com redução de jornada das atuais 44 horas semanais para 40h e sem redução salarial precisa ainda aprovada por 49 votos dos 81 senadores da República, em duas sessõe
Pa
Com o Na
Pressão, é possível selecionar o estado e acessar a lista de todos os
parlamentares daquele estado e então, pressionar cada um deles.
Para
utilizar o Na Pressão é muito simples.
Basta acessar
o link napressao.org.br e
clicar em pressionar. Também é possível acessar a plataforma clicando
diretamente no banner superior no Portal da CUT.
Os nomes dos
senadores estão listados indicando quem é contra, quem está indeciso e quem é a
favor. É possível verificar o posicionamento de cada senador buscando por
estado, por partido ou pelo nome, e mandar mensagens diretamente ao
parlamentar.
Até agora
um levantamento mostra que são 19 senadores favoráveis, 19 contra e 43
indecisos. Neste momento, a pressão sobre os “indecisos” é fundamental.
A agitação nas
ruas e nas redes sociais também continuam. Na parte inferior do Portal da CUT
você pode baixar vários materiais da campanha pela Redução da Jornada e pelo fim da escala 6x1
Por que
pressionar
Não existe
prazo constitucional para o Senado concluir a análise. A tramitação pode ser
rápida, caso haja acordo entre governo, centrais sindicais e lideranças
partidárias, ou pode se prolongar por meses se houver pressão empresarial por
mudanças na transição, na jornada ou em outros pontos do texto. A
experiência recente mostra que a mobilização social costuma ser determinante
para acelerar a votação de PECs com grande impacto econômico e trabalhista.
Como será a
tramitação no Senado
O texto
aprovado pela Câmara já foi recebido pelo Senado e é preciso que seja lido em
sessão plenária. A partir daí, a proposta passa a tramitar oficialmente na
Casa.
Passos
seguintes
Análise na
Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)
A PEC será
encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal.
Um relator
será designado para elaborar parecer.
Os senadores
poderão apresentar emendas ao texto.
Votação na
CCJ
A comissão
votará o parecer do relator.
Se aprovada, a
PEC segue para o Plenário do Senado.
Votação em
dois turnos no Plenário
Como toda
emenda constitucional, a proposta precisará ser aprovada em dois turnos.
Em cada turno
são necessários, no mínimo, 49 votos favoráveis (3/5 dos 81 senadores). A
Constituição exige esse quórum qualificado para alterações constitucionais.
O que
acontece se o Senado alterar o texto?
Se o Senado
aprovar exatamente o texto vindo da Câmara, a PEC será promulgada pelo
Congresso Nacional e passará a integrar a Constituição.
Se os
senadores fizerem qualquer alteração, mesmo que pequena, a proposta terá de
retornar à Câmara dos Deputados para nova votação das mudanças.
O que está
em jogo no Senado
O texto
aprovado pela Câmara prevê:
- fim da
escala 6x1;
- jornada
máxima de 40 horas semanais;
- dois dias de
descanso por semana;
- manutenção
dos salários;
- transição em
60 dias após a promulgação da PEC, da jornada de 44 para 42 horas e, após 12
meses a redução será para 40 horas.
Por isso, a
CUT e as demais centrais sindicais têm defendido forte mobilização junto aos
senadores para evitar mudanças que ampliem o período de transição ou
flexibilizem os direitos aprovados na Câmara.
Fonte: https://www.cut.org.br
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