sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Vargem Grande toma as ruas em grande ato de apoio a Dino do Aldenora Bello na reta final da campanha

 

A reta final da campanha de Dino do Aldenora Bello ganhou ainda mais força na tarde/noite desta quinta-feira, em Vargem Grande. Milhares de pessoas tomaram as ruas da cidade em uma grande mobilização política liderada pelo prefeito Preto e pela liderança Carlinhos Barros, em apoio à candidatura de Dino a deputado estadual.

Em um clima de entusiasmo e emoção, a população levou às ruas a força de um grupo político que escolheu Dino como seu representante na Assembleia Legislativa do Maranhão.

Ao lado da população, o prefeito Preto destacou a importância de Vargem Grande eleger um deputado comprometido com o município e com a saúde dos maranhenses. “Dino é um nome que representa compromisso, responsabilidade e trabalho. Vargem Grande precisa de um deputado estadual que olhe pela nossa gente e que também tenha a saúde como prioridade. Estamos juntos nessa caminhada!”, afirmou.

A liderança Carlinhos Barros também ressaltou a confiança no projeto político de Dino e o compromisso com o desenvolvimento do município. “Dino conhece a importância de Vargem Grande e está comprometido com o nosso povo. Tenho certeza de que essa parceria vai trazer muitas conquistas e melhorias para nossa cidade”, declarou.

Emocionado com a dimensão da manifestação, Dino agradeceu o carinho e a confiança recebidos. “É impossível não se emocionar diante de uma demonstração tão grande de apoio. Vargem Grande abraçou nossa candidatura e isso aumenta ainda mais a minha responsabilidade. Quero ser a voz deste município na Assembleia Legislativa e trabalhar por todo o Maranhão, especialmente na luta para ampliar a rede de combate ao câncer”, destacou.

Dino também convocou a população a abraçar essa causa e participar ativamente das eleições. “Nossa luta é pela vida, pela saúde e por mais dignidade para as pessoas. Quero convidar cada maranhense a caminhar conosco nessa missão. Vamos juntos transformar essa causa em conquistas. No dia da eleição, compareçam às urnas e façam valer a sua escolha!”, concluiu.

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Ricardo Rodrigues, candidato a vice governador na chapa de Camarão, declara apoio a Weverton

       

         O senador Weverton Rocha recebeu, nesta quinta-feira, uma declaração de apoio de peso em Caxias. O vereador e presidente da Câmara Municipal, Ricardo Rodrigues (PT), candidato a vice-governador na chapa de Felipe Camarão, anunciou seu apoio à candidatura de Weverton à reeleição para o Senado. 

        Ao lado do senador, Ricardo destacou a atuação de Weverton em favor do município e afirmou que sua decisão é baseada no trabalho realizado pelo parlamentar.

        “Estou aqui ao lado do nosso senador Weverton Rocha para dizer que o grupo do vereador Ricardo Rodrigues deposita, a partir deste momento, esse voto de confiança nele. Temos a certeza de que o senador Weverton ainda tem muito a contribuir com Caxias e com o Maranhão. Conte com o nosso apoio”, declarou Ricardo Rodrigues.

        Weverton agradeceu a confiança e ressaltou a parceria com o vereador petista.

        “Ricardo, presidente e grande liderança, agradeço a sua confiança. Você é um vereador atuante, militante e dirigente, uma pessoa que tem uma causa importante no Maranhão e no nosso país. Vamos continuar somando forças. Lá em Brasília, como vice-líder do presidente Lula, vou seguir lutando para ajudar o Maranhão e o Brasil”, afirmou Weverton.

            A declaração reforça a aproximação política entre as lideranças e amplia o conjunto de apoios que Weverton vem recebendo durante sua caminhada pela reeleição.

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Mesmo não sendo mais obrigado, exerça seu direito e vá votar

        O dia em que teremos que escolher quem irá governar o Brasil nos próximos quatro anos está chegando e a participação de todos nas eleições é fundamental para o futuro do nosso país. As decisões tomadas nas urnas influenciam diretamente as políticas públicas, os serviços oferecidos à população e os direitos sociais e trabalhistas. Por isso, é importante que cada eleitor conheça as propostas dos candidatos e avalie de que maneira elas podem afetar sua vida, seu trabalho e sua aposentadoria.

Para os servidores públicos, o processo eleitoral também é uma oportunidade de analisar os compromissos apresentados para o serviço público, para a valorização profissional, para as condições de trabalho e para a qualidade dos serviços prestados à sociedade. Historicamente, o movimento sindical participa desse debate defendendo direitos trabalhistas, previdenciários e sociais e colocando as reivindicações das categorias no centro da discussão política.

É muito importante lembrar que os aposentados também têm um papel importante nesse processo. Mesmo quando o voto não é mais obrigatório, a participação eleitoral permite que essa parcela da população manifeste suas prioridades em temas como Previdência, renda, saúde e proteção social. Outro ponto a se destacar para os aposentados, é que ao votar nas eleições, os dados são enviados pela Justiça Eleitoral ao banco de dados do governo federal. O INSS identifica essa movimentação e valida a Prova de Vida sem que o beneficiário precise ir a uma agência bancária ou enviar qualquer comprovante.

Muitas das pautas tradicionalmente defendidas pelo movimento sindical — como valorização do trabalho, fortalecimento dos serviços públicos, proteção previdenciária, direitos sociais e organização coletiva dos trabalhadores — encontram lastro nas correntes políticas de esquerda, que historicamente tem levantado as bandeiras com as reivindicações dos trabalhadores. Essa é uma característica central do debate político e sindical, e cada eleitor deve analisar as propostas com essa consciência de classe e tomar sua própria decisão.

O mais importante é não abrir mão da participação. Votar é uma forma de expressar as prioridades que cada pessoa considera importantes para o país, para os trabalhadores, para os servidores e para os aposentados. Conheça as propostas, acompanhe o debate público e participe das eleições de forma consciente. O cenário está muito apertado e não podemos permitir que tudo aquilo que já foi conquistado seja destruído

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

PF pediu busca contra ACM Neto em investigação sobre desvios, mas STF negou

 

Investigação apura suspeitas de fraudes em contratos de educação em Belo Horizonte que somariam R$ 80 milhões

A Polícia Federal pediu ao Supremo Tribunal Federal autorização para realizar busca e apreensão contra ACM Neto (União Brasil), candidato ao governo da Bahia, no âmbito de uma investigação sobre suspeitas de desvios em contratos públicos. A medida, no entanto, foi negada pelo ministro Kássio Nunes Marques, do STF. A informação foi publicada nesta quinta-feira (17) pelos jornalistas

Natália Portinari e Fabio Serapião, em coluna no UOL

ACM Neto é investigado sob suspeita de ter indicado um secretário para a Prefeitura de Belo Horizonte com o objetivo de selecionar empresários em licitações públicas que, posteriormente, teriam gerado retorno em forma de propina.

A investigação faz parte da décima fase da Operação Overclean, deflagrada pela Polícia Federal para apurar suspeitas de fraudes em contratações públicas na área da educação em Belo Horizonte. Ao todo, foram expedidos 24 mandados de busca e apreensão, cumpridos em Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Tocantins, Paraná e Espírito Santo.

Entre os alvos da operação estão Marcos Moura, empresário conhecido como “rei do lixo”, Fábio e Alex Parente, donos de uma construtora e de uma empresa de limpeza urbana, além do ex-secretário de Educação de Belo Horizonte Bruno Barral.

De acordo com a PF, a apuração mira possíveis irregularidades em contratos firmados entre 2024 e 2025 para fornecimento de serviços e materiais didáticos. Os valores investigados chegam a R$ 80 milhões.

A Operação Overclean investiga desvios e fraudes em licitações custeadas por emendas parlamentares. Nesta nova etapa, os agentes buscam avançar sobre o suposto funcionamento do esquema e a participação de empresários e agentes públicos nas contratações sob suspeita.

Em nota sobre a operação, a Polícia Federal afirmou que “os fatos apurados podem caracterizar, em tese, crimes contra a administração pública, fraudes em licitações e contratos, organização criminosa e lavagem de dinheiro”.

Fonte: https://www.brasil247.com

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Servidores públicos tem papel importante de cobrar compromissos dos candidatos com o serviço público

 

As eleições são um momento importante para o debate sobre os rumos do país, dos estados e dos municípios — e os servidores públicos não podem ficar de fora dessa discussão. É fundamental conhecer as propostas apresentadas pelas candidaturas e cobrar compromissos concretos com a valorização dos trabalhadores e com o fortalecimento dos serviços públicos oferecidos à população.

Questões que fazem parte do cotidiano dos servidores precisam estar no centro do debate: salários, benefícios, concursos públicos, aposentadoria, condições de trabalho, direitos trabalhistas, negociação coletiva, carreira e valorização profissional. Mais do que promessas, é preciso analisar o que cada candidatura propõe, como pretende colocar essas medidas em prática e qual será o compromisso com a qualidade dos serviços públicos.

A defesa do serviço público significa também defender quem está na linha de frente do atendimento à população. Saúde, educação, assistência social, segurança, fiscalização e tantos outros serviços dependem de trabalhadores valorizados, de estruturas adequadas e de políticas públicas que garantam atendimento de qualidade.

Por isso, a categoria deve acompanhar o debate eleitoral de forma organizada e consciente. Conhecer as propostas é o primeiro passo; cobrar compromissos é uma tarefa permanente. Candidaturas que buscam o voto dos servidores precisam apresentar posições claras sobre remuneração, carreira, previdência, concursos, condições de trabalho e respeito aos direitos conquistados.

Também é necessário estar atento a propostas que possam resultar em precarização, redução de investimentos, terceirização indiscriminada ou enfraquecimento das estruturas públicas. O serviço público é um patrimônio da sociedade e não pode ser tratado apenas pela lógica do corte de despesas.

Para o presidente do Sindsep/MA, João Carlos Lima Martins, os servidores sabem que precisam escolher um projeto para o Brasil, e que essa escolha precisa levar em conta quem tem propostas para o fortalecimento dos serviços públicos e valorização dos servidores. “Nós temos dois projetos políticos antagônicos, e fomos governados pelos dois: Basta olhar para trás e confirmar quem tratou com respeito e ouviu os servidores. A resposta não é difícil. Precisamos apoiar o projeto que tenha os trabalhadores como ponto central”, disse o presidente João Carlos.

O movimento sindical tem papel fundamental nesse processo: promover informação, estimular o debate e defender os interesses coletivos dos trabalhadores. A categoria deve participar, questionar e exigir respostas.

Servidor informado cobra, participa e defende seus direitos. Serviço público valorizado significa trabalhador respeitado e população melhor atendida.

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Segundo Vorcaro, ACM Neto e Rueda recebiam 10% de aportes no Banco Master, diz site

 

Em proposta de delação, banqueiro afirma que dirigentes do União Brasil atuaram para levar investimentos de institutos de previdência ao banco


    O banqueiro Daniel Vorcaro afirmou, em uma proposta de delação premiada, que os dirigentes do União Brasil ACM Neto e Antônio Rueda recebiam 10% dos valores investidos no Banco Master por institutos de previdência e outras instituições públicas.

Segundo informações reveladas pelo UOL, os dois teriam atuado para abrir portas para o Master no Rioprevidência, no Amapá e no Amazonas, além da Cedae, no Rio de Janeiro. Vorcaro afirmou que os investimentos chegaram a cerca de R$ 2 bilhões e que a comissão de 10% poderia gerar uma obrigação de R$ 200 milhões aos dois políticos. O documento não informa quanto teria sido efetivamente pago.

As propostas de delação de Vorcaro foram rejeitadas pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República (PGR), sob o argumento de falta de informações inéditas e de garantias para a devolução de valores relacionados às fraudes. O banqueiro tenta retomar as negociações.

Como seriam os pagamentos

Segundo Vorcaro, ACM Neto receberia por meio de dinheiro em espécie e contratos de consultoria com empresas ligadas a ele. Para Rueda, os repasses ocorreriam em espécie e por contratos com o escritório de advocacia Rueda & Rueda Advogados, que somariam cerca de R$ 3 milhões por mês.

O banqueiro apresentou mensagens trocadas com funcionários do Master e contratos relacionados aos dois políticos. Ele também afirmou ter se reunido com ACM Neto e Rueda para acompanhar o andamento de negócios e das chamadas “contrapartidas”.

A proposta ainda relata uma negociação envolvendo o Banco de Brasília (BRB). Segundo Vorcaro, Rueda e o então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, pediram que ele ajudasse em um aumento de capital de cerca de R$ 1 bilhão.

Vorcaro afirma que seu grupo investiu aproximadamente R$ 750 milhões no BRB. No mesmo período, segundo ele, o banco comprou cerca de R$ 6 bilhões em carteiras do Master. Rueda e Paulo Henrique Costa teriam pedido 10% de comissão sobre os valores desembolsados pelo BRB para comprar ativos do Master.

O que já aparece nas investigações

A quebra de sigilo do Master já havia identificado contratos de consultoria com empresas ligadas a ACM Neto e contratos de advocacia com. Segundo Vorcaro, esses documentos serviriam para justificar parte dos pagamentos.

Investigações também apontaram relações entre o União Brasil e fundos de previdência que investiram no Master. O Rioprevidência aplicou R$ 2,97 bilhões entre 2023 e 2025; o fundo do Amapá, R$ 400 milhões; a Cedae, R$ 200 milhões; e o Amazonprev, R$ 50 milhões.

A proposta de delação, porém, não detalha quanto cada instituição teria investido nem apresenta um ato concreto de ACM Neto ou Rueda para viabilizar os aportes.

Dados bancários e relatórios do Coaf apontam que escritórios ligados a Rueda receberam R$ 6,4 milhões do Master entre 2022 e 2025. Uma empresa de consultoria de ACM Neto recebeu R$ 5,4 milhões entre 2023 e 2025.

Outro lado

Antônio Rueda afirmou que não teve acesso ao documento e negou irregularidades. Segundo ele, os contratos firmados pelo escritório com instituições ligadas ao caso são lícitos e os serviços foram efetivamente prestados.

ACM Neto classificou as acusações como “absurdas, completamente fantasiosas e mentirosas”. Ele afirmou que a proposta não foi aceita, assinada ou homologada e questionou a origem e a autenticidade dos trechos divulgados.

Os dois também afirmaram que, no período citado, não exerciam cargos públicos e negaram qualquer atuação ilícita em benefício do Banco Master.


Fonte: https://iclnoticias.com.br

 


Senador Weverton recebe apoio do prefeito Juscelino Marreca e tem programação intensa no aniversário de São Luís


O aniversário de São Luís foi marcado por intensa movimentação política e demonstrações de força da candidatura do senador Weverton Rocha à reeleição. Em meio à agenda de mobilização na capital, o senador recebeu mais um importante apoio: o prefeito de Santa Luzia, Juscelino Marreca, declarou adesão à sua caminhada rumo ao Senado. 

“Estamos juntos com Weverton porque reconhecemos o trabalho que ele tem realizado pelo Maranhão. É uma parceria que chega para somar e fortalecer ainda mais o trabalho que realizamos em Santa Luzia”, destacou Juscelino Marreca.

Para Weverton, a chegada de novas lideranças reforça a confiança em uma trajetória construída com trabalho e presença nos municípios maranhenses.

“Receber o apoio do prefeito Juscelino e de seu grupo é uma grande alegria. Cada apoio aumenta nossa responsabilidade e mostra que o Maranhão reconhece quem trabalha de verdade pelo nosso estado”, afirmou o senador. 

Aniversário - O dia de atividades no aniversário de São Luís começou com café da manhã com a militância histórica do PDT. De lá, Weverton seguiu para uma caminhada pelo bairro São Francisco, ao lado do candidato a vice-governador Edivaldo Holanda Júnior e do candidato a deputado estadual Osmar Filho.

A mobilização continuou com uma motocada ao lado do candidato a governador Orleans Brandão. A carreata sobre duas rodas percorreu importantes avenidas da capital e terminou na Praça Pedro II,  levando às ruas uma grande demonstração de apoio e mobilização.

Entre novos apoios e uma agenda marcada pelo contato direto com a população, Weverton aproveitou o aniversário de São Luís para reforçar sua presença na capital e mostrar a força de uma candidatura que vem ampliando alianças em diferentes regiões do Maranhão.

 

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Fim da escala 6x1: o primeiro passo foi dado, agora é hora de pressionar o presidente do Senado!


         A luta da CUT e das demais centrais sindicais por uma jornada de trabalho mais justa, sem redução de salários e que garanta o descanso necessário aos trabalhadores e trabalhadoras, ontem deu um grande passo. Com a ajuda do governo e seus líderes foi debatida e aprovada na CCJ do Senado.

Mesmo diante de uma forte campanha capitaneada pelo senador Flávio Bolsonaro em defesa de setores contrários à mudança, a PEC que acaba com a escala 6x1 avançou na CCJ do Senado. 

Dos 27 membros da Comissão, apenas quatro senadores votaram contra; Rogério Marinho (PL-RN) - coordenador da campanha de Flavio Bolsonaro, Hamilton Mourão (Republicanos-RS) - ex-vice presidente de Bolsonaro, Teresa Cristina (PP-MS) e Jaime Bagattoli (PL-RO). Os demais votaram a favor. Agora o Projeto de Emenda à Constituição precisa ser pautado e votado no Plenário do Senado.

Para ser aprovada, a proposta precisa de 49 votos favoráveis entre os 81 senadores. Por isso, a pressão popular e a mobilização das entidades sindicais são fundamentais neste momento.

Depois de perder a votação na CCJ, o senador Flavio Bolsonaro pediu ao presidente Alcolumbre que não pautasse a votação no Plenário da casa, porque segundo ele, a aprovação do fim da escala 6x1 iria beneficiar a reeleição do presidente LULA

O movimento sindical, as centrais sindicais e os trabalhadores precisam cobrar do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que coloque a matéria em votação no Plenário o quanto antes.

A escala 6x1 não é apenas uma discussão sobre jornada de trabalho. É uma discussão sobre qualidade de vida, saúde, tempo com a família, descanso e dignidade para quem trabalha.

Para o presidente do Sindsep/MA, João Carlos Lima Martins, essa é uma reivindicação justa dos trabalhadores(as) e que precisa ser aprovada com urgência.

“São milhões de brasileiros que trabalham seis dias para ter apenas um dia de descanso. Reduzir essa jornada significa reconhecer que o desenvolvimento do país não pode ser construído às custas do esgotamento dos trabalhadores”, afirmou o presidente João Carlos

Trabalho digno também significa ter tempo para viver.

É hora de os trabalhadores, sindicatos e toda a sociedade se mobilizarem. O Senado precisa ouvir a voz das ruas e cumprir seu papel.

Pautar a PEC no Plenário é urgente. Votar pelo fim da escala 6x1 é avançar na direção de um Brasil com mais direitos, mais dignidade e mais qualidade de vida para quem trabalha.

terça-feira, 1 de setembro de 2026

Dino do Aldenora Bello recebe apoio do prefeito Preto e de todo o seu grupo político em Vargem Grande

         

        O prefeito de Vargem Grande, Preto, e todo o seu grupo político declararam apoio à candidatura de Dino do Aldenora Bello a deputado estadual. A adesão foi oficializada durante um encontro que reuniu lideranças políticas do município, entre elas o vice-prefeito Toinho do Juvenil, o ex-prefeito Carlinhos Barros, a primeira-dama Eliane, o presidente da Câmara Municipal, Tiago Braz, e vereadores da base aliada.

Dino do Aldenora Bello agradeceu a manifestação de apoio e destacou a importância da união do grupo político de Vargem Grande em torno de seu projeto para as eleições de 2026.

“Recebo esse apoio com muita gratidão e, principalmente, com muita responsabilidade. Quero agradecer ao prefeito Preto, ao vice-prefeito Toinho do Juvenil, ao ex-prefeito Carlinhos Barros, à primeira-dama Eliane, ao presidente Tiago Braz, aos vereadores e a todo o grupo político pela confiança. Esse apoio fortalece nossa caminhada e aumenta ainda mais o nosso compromisso de trabalhar por Vargem Grande e por todo o Maranhão”, afirmou Dino.

A adesão do prefeito Preto e de todo o seu grupo político representa um importante reforço para o projeto de Dino do Aldenora Bello e amplia sua presença política na região para a disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa em 2026.

Ao dar as boas-vindas ao candidato, o prefeito Preto destacou a receptividade do grupo e afirmou:

“Seja bem-vindo ao nosso município de Vargem Grande. Estamos aqui recebendo o senhor de braços abertos.”

O vice-prefeito Toinho do Juvenil ressaltou a trajetória de Dino e destacou a importância de sua experiência e credibilidade para representar o município na Assembleia Legislativa.

“Essa sua trajetória de luta e credibilidade vai fazer do senhor o nosso deputado.”

O ex-prefeito Carlinhos Barros também reafirmou seu apoio e pediu confiança da população no projeto.

“Quero apresentar a todos vocês e podem confiar em mim: alô, Dino! Seja bem-vindo!”

A primeira-dama Eliane manifestou sua satisfação com o encontro, reforçou o apoio à caminhada de Dino e desejou bênçãos para sua trajetória política.

Entre os vereadores, o apoio também foi reafirmado. Layane Corrêa, Luzilvan Monteiro, Antonio Filho e Tiago Braz, presidente da Câmara Municipal, declararam publicamente seu alinhamento com Antônio Dino.

“É com imensa alegria que eu fecho hoje aqui essa parceria com esse companheiro, Antônio Dino”, afirmou o vereador Antonio Filho.

Para o presidente da Câmara, Tiago Braz, o encontro consolidou a apresentação de Antônio Dino como o nome apoiado pelo grupo para a disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa.

Com a saúde e o combate ao câncer como principais bandeiras de sua campanha, Dino do Aldenora Bello chega a Vargem Grande fortalecendo uma trajetória construída à frente da Fundação Antonio Dino, instituição mantenedora do Hospital do Câncer Aldenora Bello. O trabalho desenvolvido na área da saúde e no enfrentamento ao câncer tem sido uma das principais marcas de sua atuação.

A declaração de apoio do prefeito Preto e das principais lideranças políticas do município reforça a estratégia de expansão da campanha de Dino no interior do Maranhão e sinaliza a formação de uma base política sólida para as eleições de 2026.

 


Orçamento de 2027: superávit para quem?


O Governo Federal enviou ao Congresso Nacional a proposta de Orçamento para 2027 anunciando um cenário de superávit e reafirmando compromissos com o controle das contas públicas. Para alcançar esse resultado, entretanto, a proposta mantém regras de contenção dos gastos, condiciona a política salarial do funcionalismo e prevê aumento dos recursos destinados às emendas parlamentares.

Para os servidores públicos, que há anos enfrentam perdas salariais acumuladas e dificuldades para recuperar o poder de compra, esse cenário merece atenção e mobilização. Não podemos aceitar que o equilíbrio das contas públicas seja construído, mais uma vez, às custas dos trabalhadores e daqueles que mantêm os serviços públicos funcionando diariamente.

O discurso de responsabilidade fiscal não pode servir como justificativa permanente para limitar reajustes, impedir a recomposição das perdas inflacionárias e postergar a valorização dos servidores.

Também chama atenção o aumento dos recursos destinados às emendas parlamentares. Recursos públicos precisam atender às necessidades da população e garantir direitos, e não transformar o orçamento em instrumento de negociação política.

A proposta que chega ao Congresso ainda será debatida, modificada e votada. É justamente nesse espaço que a mobilização dos trabalhadores precisa estar presente. O orçamento não é apenas uma peça técnica: ele expressa escolhas políticas e define quem será beneficiado e quem continuará pagando a conta.

Por isso, o movimento sindical precisa acompanhar de perto a tramitação do Orçamento de 2027, pressionar deputados e senadores e apresentar propostas que garantam a recomposição das perdas salariais, a valorização das carreiras e o fortalecimento do serviço público. Não podemos deixar que as decisões sobre o futuro dos trabalhadores sejam tomadas sem a participação daqueles que serão diretamente afetados.

Para o presidente do Sindsep/MA, João Carlos Lima Martins, mais do que acompanhar a votação, é necessário construir força política. “Nas eleições, será fundamental eleger uma bancada comprometida com os trabalhadores, com o serviço público e com a defesa dos direitos sociais. Precisamos ampliar a representação de parlamentares que tenham compromisso com a valorização dos servidores e estejam dispostos a enfrentar a lógica de ajuste que coloca os trabalhadores sempre como variável de contenção das despesas”, afirmou o presidente João Carlos.

O orçamento é uma disputa de prioridades. E os trabalhadores precisam estar organizados para disputar essas prioridades. A defesa da recomposição salarial, da valorização do servidor e de um serviço público forte passa pela mobilização sindical, pela pressão sobre o Congresso e também pela construção de uma representação política verdadeiramente comprometida com os interesses da classe trabalhadora.

Nenhum direito se conquista sem luta, e nenhum orçamento será justo se os trabalhadores não tiverem força para disputar seus rumos.

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

A luta dos trabalhadores pela liberdade vai além dos direitos trabalhistas



A luta dos trabalhadores, nos dias de hoje, não se limita mais à preservação e à ampliação dos direitos trabalhistas. Ela também envolve a defesa da liberdade de pensamento, de expressão e de escolha política dentro e fora do ambiente de trabalho.

Como destacou o deputado Renato Freitas, do Partido dos Trabalhadores (PT), do Paraná, em pronunciamento recente, há uma mudança preocupante na relação entre trabalhadores e empregadores: alguns patrões já não se contentariam apenas em controlar ou explorar a força de trabalho de seus empregados. Haveria, também, uma tentativa de influenciar aquilo que os trabalhadores pensam, defendem e, principalmente, em quem votam.

Essa questão ganha ainda mais importância durante os períodos eleitorais. O voto, em uma democracia, é um direito individual e secreto. Cada cidadão deve ter a liberdade de escolher seus representantes sem sofrer pressão, ameaça, constrangimento ou qualquer tipo de retaliação.

A própria Justiça Eleitoral estabelece mecanismos para proteger essa liberdade, inclusive com a proibição do assédio eleitoral no ambiente de trabalho. A empresa pode organizar sua atividade econômica e cobrar de seus funcionários o cumprimento de suas obrigações profissionais, mas não pode transformar a relação de emprego em instrumento de pressão política.


O trabalhador vende sua força de trabalho, seu conhecimento e seu tempo, mas não entrega ao empregador sua consciência. Ter um emprego não significa abrir mão da liberdade de pensamento. A relação profissional não pode ser confundida com submissão política.

Por isso, a defesa dos direitos trabalhistas precisa caminhar lado a lado com a defesa das liberdades democráticas. De nada adianta garantir formalmente o direito ao voto se, na prática, um trabalhador teme perder o emprego, sofrer perseguição ou ser prejudicado porque escolheu um candidato diferente daquele defendido por seu superior.

A democracia também se constrói no local de trabalho. E uma democracia verdadeiramente livre pressupõe que o trabalhador possa exercer sua cidadania sem medo.

A luta dos trabalhadores, portanto, é também pela preservação de sua autonomia, de sua dignidade e de sua liberdade de consciência. Porque nenhum contrato de trabalho deve significar um contrato de submissão política.

Onde denunciar:

  • Ministério Público do Trabalho (MPT): Acesse a página oficial de Assédio Eleitoral do MPT, selecione o seu estado e preencha o formulário com os dados do local de trabalho e a irregularidade.
  • Ministério Público Eleitoral (MPE): Use a Sala de Atendimento ao Cidadão do MPF ou baixe o aplicativo MPF Serviços (disponível para Android e iOS).
  • Justiça do Trabalho: Os Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) e o Tribunal Superior do Trabalho (TST) também recebem denúncias por meio de suas ouvidorias.

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Postes instalados no meio das calçadas prejudicam a acessibilidade e colocam pedestres em risco em São Luís: desrespeito aos pedestres e à acessibilidade

 

A instalação de postes da Equatorial no meio das calçadas de São Luís tem causado transtornos e colocado em risco a segurança dos pedestres. A situação é ainda mais grave para pessoas com deficiência visual, que dependem de rotas livres e sinalizadas para se locomover com segurança. Em alguns pontos, o poste foi instalado exatamente sobre a guia utilizada por deficientes visuais, criando um obstáculo inesperado que pode provocar quedas e até acidentes graves, como é o caso na Rua dos Carcarás, próximo à sede da Associação do Pessoal da Caixa, APCEF, no bairo do Calhau, como denunciado nestas fotos.

Além de representar um desrespeito aos cidadãos, esse tipo de instalação levanta sérias questões relacionadas ao cumprimento das normas de acessibilidade e mobilidade urbana. Projetos e reformas de calçadas devem observar as diretrizes da ABNT NBR 9050 e da Cartilha Calçada Legal da Prefeitura de São Luís, garantindo uma faixa livre e contínua para a circulação de pedestres, além de rampas acessíveis quando necessárias.


A legislação também estabelece que calçadas devem permitir a livre circulação de todas as pessoas, incluindo pessoas com deficiência, cadeirantes, idosos e famílias com carrinhos de bebê. A Lei Federal nº 10.098/2000 e o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) reforçam a obrigação de garantir acessibilidade nos espaços públicos.

Não é aceitável que obstáculos sejam colocados nas calçadas a ponto de obrigar o pedestre a desviar para a pista de rolamento. Da mesma forma, são proibidas situações que comprometam a circulação, como barreiras, entulhos, mato acumulado, degraus inadequados ou revestimentos que ofereçam risco aos usuários.

A própria Prefeitura de São Luís vem sendo cobrada judicialmente pelo Ministério Público para intensificar a fiscalização de calçadas irregulares ou abandonadas por particulares e empresas. Por isso, situações como essa precisam ser denunciadas e fiscalizadas pelos órgãos responsáveis.

Em São Luís, denúncias de calçadas irregulares podem ser encaminhadas à Blitz Urbana, braço operacional de fiscalização da Secretaria Municipal de Urbanismo e Habitação (SEMURH). O órgão recebe denúncias relacionadas a obstruções, buracos, degraus inadequados e falta de acessibilidade.

📱 Central de Denúncias da Blitz Urbana: WhatsApp (98) 99130-0353. É possível enviar mensagens, fotos e a localização do problema.

Calçada é espaço de circulação e deve ser segura, acessível e livre de obstáculos. A instalação de postes não pode ignorar o direito de ir e vir da população. Quando um equipamento público ou de uma empresa se transforma em uma barreira para o pedestre — principalmente para quem possui deficiência visual — é necessário cobrar providências, fiscalização e, sobretudo, respeito à legislação de acessibilidade.

Mobilidade urbana também é garantir que todos possam caminhar com segurança.

MST inaugura Restaurante da Reforma Agrária em São Paulo com sabores de todo o Brasil

     


    O centro de São Paulo ganhou, neste sábado (22), um novo espaço de alimentação que une gastronomia, agricultura familiar e debate sobre a reforma agrária. O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) inaugurou o Restaurante da Reforma Agrária Popular, instalado no Armazém do Campo, em Campos Elíseos. A partir desta segunda-feira (24), o restaurante passa a funcionar de segunda a sábado, das 12h às 15h, oferecendo opções de buffet e à la carte.

A proposta vai além de servir refeições. O restaurante nasce com a ideia de aproximar quem vive na cidade dos alimentos produzidos por agricultores familiares e assentados da reforma agrária. Parte dos produtos comercializados pelo próprio Armazém do Campo agora chega diretamente ao prato dos clientes, incluindo alimentos orgânicos e agroecológicos.


O cardápio será uma das principais atrações. Inspirado na diversidade culinária das cinco regiões brasileiras, o menu deverá ser renovado mensalmente e recuperar sabores presentes nas feiras nacionais da reforma agrária promovidas pelo MST. Entre os pratos previstos estão receitas tradicionais de diferentes territórios, como o baião de dois, representante da culinária nordestina. Na inauguração, o destaque foi o arroz carreteiro, tradicional do Rio Grande do Sul.

Além dos pratos regionais, o buffet terá uma proposta mais próxima da alimentação cotidiana, com arroz, feijão, carnes, opções vegetarianas e saladas. Os vegetais utilizados nas preparações serão adquiridos da produção comercializada pelo Armazém, fortalecendo a ligação entre o que está nas prateleiras e o que chega à mesa.

O novo restaurante também faz parte das comemorações dos dez anos do Armazém do Campo em São Paulo. Criado após a 1ª Feira Nacional da Reforma Agrária, realizada em 2015, o espaço atualmente reúne cerca de 1,5 mil produtos de aproximadamente 700 produtores rurais. A rede do Armazém já conta com 19 unidades em 11 estados brasileiros.

Para o MST, a iniciativa representa uma nova forma de diálogo com a população urbana. A intenção é apresentar, por meio da alimentação, a diversidade da produção da agricultura familiar e os resultados alcançados por comunidades da reforma agrária. O restaurante também pretende ser um espaço de convivência, cultura e troca de experiências entre campo e cidade.

O funcionamento inicial contará com duas cozinheiras e duas auxiliares de cozinha, com refeições individuais e cobrança por quilo. A equipe afirma que busca manter os preços próximos aos praticados por outros restaurantes da região, mesmo diante dos custos de produtos orgânicos e agroecológicos. Durante o primeiro mês, os clientes também poderão participar de uma pesquisa de opinião que ajudará a avaliar pratos, atendimento e estrutura.

Mais do que uma nova opção para o almoço, o Restaurante da Reforma Agrária Popular chega a São Paulo como uma experiência que conecta comida, território e produção rural. Ao transformar alimentos da agricultura familiar em refeições, o espaço propõe que o público conheça a reforma agrária também pelo sabor — e descubra, à mesa, a diversidade de alimentos e culturas que atravessa o país.

O Restaurante da Reforma Agrária Popular fica na Alameda Nothmann, 806, em Campos Elíseos, região central de São Paulo.

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Fenaj defende volta do diploma de Jornalismo em meio a debate sobre sigilo da fonte

 

A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) defende que o Supremo Tribunal Federal (STF) reavalie a decisão de 2009 que derrubou a obrigatoriedade do diploma de curso superior em Jornalismo para o exercício da profissão. A discussão ganhou força após manifestações dos ministros Flávio Dino e Alexandre de Moraes favoráveis à formação específica.

Para a Fenaj, a graduação oferece conhecimentos técnicos e éticos fundamentais para a apuração, checagem de informações, proteção de fontes e responsabilidade na divulgação de notícias. A entidade também argumenta que as transformações provocadas pelas redes sociais e pelo avanço da desinformação reforçam a necessidade de qualificação profissional.

O tema também se relaciona ao debate sobre o sigilo da fonte, garantia constitucional considerada essencial ao jornalismo investigativo. Ao mesmo tempo, crescem as discussões sobre os limites da liberdade de imprensa e a responsabilidade por conteúdos publicados nas plataformas digitais.

Além de uma possível revisão pelo STF, tramita na Câmara dos Deputados a PEC 206/2012, conhecida como PEC do Diploma, que prevê a volta da exigência de formação superior em Jornalismo. A proposta está parada há mais de uma década.

A retomada do debate coloca novamente em discussão o equilíbrio entre liberdade de expressão, qualificação profissional, ética e responsabilidade no exercício do jornalismo. Para a Fenaj, a formação específica é um instrumento para fortalecer a credibilidade da profissão e proteger suas prerrogativas.

Posição dos ministros: Durante sessão da Primeira Turma do STF, Flávio Dino e Alexandre de Moraes argumentaram que a ausência de exigência de diploma facilita que redes de desinformação ou pessoas sem compromisso ético se utilizem de prerrogativas jornalísticas.

Sigilo da fonte e desinformação: Os magistrados ressaltaram que o sigilo da fonte visa proteger o direito à informação legítima, e não servir de escudo para crimes ou divulgação intencional de notícias falsas.


segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Em 1º ato, Lula reúne multidão, defende terras raras e fala em eleger maioria no Congresso

 

Em ato no estádio Vila Euclides, em São Bernardo do Campo, neste domingo (16/8), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atacou a direita, defendeu a exploração das terras raras pelo Brasil e afirmou ser necessário eleger maioria no Congresso Nacional.

“Eu sou o primeiro presidente da República eleito três vezes. Enquanto eu for vivo, não vou permitir parar de lutar e deixar a direita governar. Uma direita que ficava dando risada das crianças que estavam morrendo por falta de remédio. Uma direita que é responsável pela morte de 400 mil pessoas da Covid por irresponsabilidade com a vacina”, afirmou Lula.

Ao citar sobre terras raras, Lula afirmou que “a gente não quer exportar o mineral bruto para depois comprar as coisas prontas dele. Nós queremos extrair aqui, transformar aqui, industrializar aqui, produzir aqui, gerar emprego aqui e gerar riqueza”.

Ao defender uma maior base de apoio no Legislativo, Lula afirmou que “precisa eleger a maioria no Congresso Nacional”.

O presidente reforçou que pretende criar o Ministério da Justiça e Segurança Pública, caso o Congresso aprove a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança.“Vou criar o Ministério da Segurança Pública para dividir a responsabilidade com estados e municípios, pra gente libertar o povo das vilas mais pobres”, ressaltou.

O ato foi acompanhado pelo candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), e pelo candidato à reeleição como vice-presidente na chapa, Geraldo Alckmin (PSB).Campanha eleitoral

Mais cedo, em vídeo publicado nas redes sociais, Lula afirmou que o cidadão deve escolher quem representa suas expectativas para o país.

“Você não precisa votar em mim, não. Vote em você. Vote no seu desejo, no seu sonho, na crença que você tem de quem pode fazer as coisas pelo Brasil, e durma tranquilo”, afirmou Lula em post no Instagram. 

Fonte: Metrópoles

 

Varejo brasileiro avança 4,7% em julho impulsionado pelo mercado de trabalho, revela Stone

 Crescimento anual do setor atinge 24 estados, mas juros altos e endividamento ainda limitam recuperação ampla

        O volume de vendas do varejo brasileiro registrou um crescimento de 4,7% no mês de julho em comparação ao mesmo período de 2025. Na margem mensal, o setor apresentou um avanço de 0,9% na comparação com junho, segundo dados do indicador da empresa de meios de pagamento StoneCo divulgados nesta segunda-feira (17), informa a Reuters.

O desempenho do mês mostrou reação em grande parte do setor. No confronto mensal, cinco dos oito segmentos pesquisados pela empresa registraram expansão no volume de vendas em julho. O destaque positivo ficou com a categoria de Artigos Farmacêuticos, que liderou as altas do mês com uma evolução de 2,5%.

Na avaliação interanual — comparando julho deste ano com o mesmo mês de 2025 —, o ritmo de recuperação se mostrou ainda mais abrangente, com taxas positivas em sete dos oito setores analisados. A maior alta foi contabilizada pelo segmento de Combustíveis e Lubrificantes, que disparou 9,1%. Em contrapartida, o setor de Tecidos, vestuário e calçados figurou como a única retração do período, acumulando uma queda de 5,6%.

Geograficamente, a expansão do consumo espalhou-se por quase todo o território nacional. Dos 27 entes federativos, 24 estados registraram crescimento nas vendas na comparação anual. O Estado de Roraima liderou o ranking nacional com um avanço de 18,2%. Entre as macro-regiões do país, o Norte despontou com o melhor desempenho relativo ao alcançar uma alta de 6,6%.

De acordo com Guilherme Freitas, economista e pesquisador da StoneCo, os números consolidam a trajetória de recuperação do setor comercial iniciada em junho, embora o ambiente macroeconômico ainda imponha entraves relevantes para o consumo das famílias.

“O mercado de trabalho continua sendo o principal sustentáculo do consumo, com desemprego baixo, renda em nível elevado e crescimento do rendimento real. Por outro lado, o elevado comprometimento da renda das famílias e o custo ainda alto do crédito segue limitando uma recuperação mais disseminada, especialmente nos segmentos mais dependentes de financiamento”, explicou Freitas.

O economista ressaltou ainda que, embora o ciclo de flexibilização monetária e redução das taxas de juros tenda a aliviar as condições financeiras do país, os reflexos positivos no comércio não ocorrem de forma imediata. Segundo Freitas, os efeitos da queda dos juros ainda devem levar algum tempo para se refletir de maneira mais ampla e consistente na atividade econômica geral.

Fonte:https://www.brasil247.com/




quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Brasil avança em 71% dos indicadores de desigualdade com melhorias na renda, emprego e meio ambiente

Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades aponta avanços no mercado de trabalho e segurança alimentar

30.08.2024 - Presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante visita à nova unidade da AeC em João Pessoa, seguida de encontro com jovens trabalhadores da empresa, na sede da AeC. João Pessoa - PB30.08.2024 – Presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante visita à nova unidade da AeC em João Pessoa, seguida de encontro com jovens trabalhadores da empresa, na sede da AeC. João Pessoa – PB Crédito: RICARDO STUCKERT/PR

247 – O Brasil apresentou avanços significativos na redução das vulnerabilidades sociais e econômicas ao registrar melhora em 71% dos 38 indicadores de desigualdade monitorados pelo Observatório Brasileiro das Desigualdades. O levantamento, divulgado nesta quarta-feira (12) com base em dados apurados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), integra as ações do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, informa o Metrópoles.

De acordo com o estudo, o panorama comparativo entre 2024 e 2025 reflete progressos consolidados em áreas cruciais para o desenvolvimento social, tais como mercado de trabalho, desenvolvimento humano, renda, segurança alimentar, educação e preservação ambiental.

No âmbito do mercado de trabalho, a taxa de desocupação recuou para 5,6% em 2025, atingindo o menor patamar de toda a série recente de monitoramento. A retração do desemprego estendeu-se a todos os grupos populacionais, beneficiando inclusive mulheres e pessoas negras. O estudo pondera, contudo, que as disparidades históricas entre esses recortes demográficos continuam a exigir atenção do poder público.

O indicador de renda e combate à pobreza também registrou evolução expressiva: o rendimento médio real das famílias brasileiras teve uma alta de 5,3% no período. Paralelamente, observou-se uma diminuição consistente na proporção de indivíduos vivendo em situação de pobreza extrema e extrema vulnerabilidade, medida pela parcela da população em domicílios com renda per capita de até um quarto e até meio salário mínimo.

Na área da segurança alimentar, a pesquisa aponta que os índices de insegurança alimentar moderada e grave caíram de 9,5% em 2023 para 7,7% em 2024. A evolução no combate à fome foi acompanhada pela diminuição nos quadros de desnutrição infantil e entre a população idosa.

A educação brasileira registrou avanços simultâneos na alfabetização e no acesso ao ensino. O levantamento constatou a queda na taxa geral de analfabetismo, com destaque para as reduções observadas entre idosos e a população negra. Além disso, houve ampliação da frequência de crianças de zero a três anos em creches, avanço do atendimento na educação infantil e crescimento nas taxas líquidas de escolarização tanto no ensino médio quanto no ensino superior.

No setor ambiental, os dados apontam expressiva mitigação de danos ambientais. O país computou uma redução de 20,6% no desmatamento em 2025, além de registrar uma queda de 16,7% nas emissões de gases de efeito estufa no consolidado de 2024.

Desafios estruturais permanecem no horizonte

Apesar dos avanços observados na maioria das frentes avaliadas, o relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades ressalta que as desigualdades estruturais de gênero e raça ainda constituem um obstáculo central para o desenvolvimento pleno do país.

Entre as métricas que apresentaram degradação no período figuram a concentração de renda, a desigualdade salarial entre homens e mulheres, o risco geológico em áreas vulneráveis, o comprometimento da renda com o gasto com aluguel e a sobrerrepresentação da população negra no sistema prisional. Além desses pontos, registraram piora os índices de mortalidade materna e a cobertura do saneamento básico na Região Norte.

 

Fonte: https://www.brasil247.com

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

20 anos da Lei Maria da Penha: entenda como a legislação evoluiu neste período

Lei é uma das mais avançadas do mundo por ter transformado o enfrentamento à violência contra a mulher. Para a CUT, proteção às mulheres depende também de políticas públicas, educação e mudanças culturais

        Neste dia 7 de agosto, a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) completa 20 anos como o principal instrumento de combate à violência doméstica e familiar contra a mulher no Brasil. Considerada uma das legislações mais avançadas do mundo sobre o tema, ela mudou a forma como o Estado enfrenta esse tipo de violência, garantindo proteção às vítimas, ampliando a responsabilização dos agressores e reconhecendo que a violência doméstica é uma violação dos direitos humanos.

Durante o mês de agosto, o Agosto Lilás, campanha nacional de conscientização pelo fim da violência contra as mulheres, promove ações para divulgar os direitos garantidos pela Lei Maria da Penha, orientar sobre as formas de violência e informar como acessar a rede de proteção e os canais de denúncia, como o Ligue 180.

Apesar dos avanços da lei, a realidade continua alarmante. Somente no primeiro semestre de 2026, o país registrou 732 feminicídios, média de quatro mulheres assassinadas por dia. Cerca de 65% das vítimas são mulheres negras. Em 2025, foram 1.571 casos, recorde pelo quarto ano consecutivo. Os números mostram que, embora a Lei Maria da Penha seja um marco na proteção dos direitos das mulheres, ela não atua sozinha.

Especialistas e entidades que atuam no enfrentamento à violência defendem que sua efetividade depende do fortalecimento da rede de proteção, da fiscalização do cumprimento das medidas protetivas, da ampliação das políticas públicas de acolhimento e autonomia das mulheres, além de ações permanentes de prevenção e educação para enfrentar a cultura machista que sustenta esse tipo de violência.

A secretária da Mulher Trabalhadora da CUT, Amanda Corcino, reforça que o Brasil tem avançado nos últimos anos ao fortalecer a legislação e ampliar as políticas de enfrentamento à violência contra as mulheres. Exemplos são mudanças recentes a execução imediata de medidas protetivas cíveis sem exigir ação judicial principal, a prioridade para o uso de tornozeleira eletrônica no agressor em risco iminente, e novas regras mais rígidas para a audiência de retratação da vítima.

No entanto, Amanda ressalta, que ainda existem desafios importantes. “Na legislação trabalhista, por exemplo, faltam mecanismos de proteção para as vítimas, que muitas vezes são agredidas até mesmo no ambiente de trabalho e não encontram o amparo psicológico de que precisam. Muitas seguem trabalhando com as sequelas físicas e emocionais das agressões", afirma Amanda Corcino.

Paralelamente, a dirigente destaca que há categorias que incluem em suas negociações coletivas mesmas específicas sobre o tema.

Conquista histórica

Mesmo diante de uma realidade que ainda expõe milhares de mulheres à violência, Amanda Corcino celebra os 20 anos da Lei Maria da Penha como uma conquista histórica do movimento feminista, mas ressalta que a data também deve servir para refletir sobre os desafios que o país ainda precisa enfrentar.

"Essa conquista é fruto da luta incansável do movimento feminista e da coragem de mulheres como Maria da Penha, que transformaram a sua dor em resistência", afirma.

Segundo a dirigente, a legislação representou um avanço ao reconhecer a violência doméstica como crime e estabelecer mecanismos como as medidas protetivas e os juizados especializados. No entanto, ela ressalta que a violência continua sendo alimentada por desigualdades estruturais.

"As profundas desigualdades de gênero dificultam o ingresso e a permanência das mulheres no mercado de trabalho, criando, muitas vezes, uma dependência econômica que leva muitas mulheres a se sujeitarem a agressões para garantir o seu sustento e dos seus filhos."

Amanda também chama atenção para o crescimento dos discursos de ódio contra as mulheres. "A narrativa misógina e machista, transformada em discurso de ódio, tem um grande impacto e impulsiona a violência."

Para ela, a CUT seguirá cobrando políticas públicas efetivas e combatendo a cultura machista e patriarcal para que todas as mulheres possam viver livres da violência.

O feminicídio é o último estágio da violência

A experiência acumulada ao longo desses 20 anos também mostrou que o feminicídio raramente acontece de forma repentina.

Antes do assassinato, geralmente existe um ciclo marcado por controle, ameaças, humilhações, isolamento, violência psicológica, agressões físicas e outras formas de violência que muitas vezes são naturalizadas.

Compreender como as desigualdades entre homens e mulheres são construídas e reproduzidas na sociedade é apontado como um passo essencial para romper esse ciclo antes que ele chegue ao desfecho mais extremo.

"O feminicídio é a expressão máxima. Antes disso aconteceram outros casos e, se a gente pudesse ter identificado, nós poderíamos ter salvado a vida daquela mulher."

Por isso, especialistas defendem que políticas de prevenção e educação caminhem lado a lado com a aplicação da lei. Promover relações baseadas no respeito e na igualdade desde a infância é considerado um dos caminhos para reduzir a violência de gênero.

Medidas protetivas precisam ser fortalecidas

As medidas protetivas de urgência são um dos principais instrumentos criados pela Lei Maria da Penha para interromper o ciclo da violência.

Na prática, porém, ainda enfrentam dificuldades. Levantamentos mostram que parte dos feminicídios ocorre contra mulheres que possuíam medidas protetivas em vigor. A insuficiência de tornozeleiras eletrônicas, a limitação das equipes de acompanhamento e a dificuldade de fiscalizar todos os casos comprometem a efetividade dessa proteção.

Ao mesmo tempo, o aumento da procura por medidas protetivas demonstra que mais mulheres têm buscado apoio do sistema de Justiça, reforçando a importância de ampliar a estrutura da rede de atendimento para garantir que a proteção prevista na lei se concretize.

A responsabilidade no mundo do trabalho

Para a CUT, combater a violência contra as mulheres também significa atuar dentro dos locais de trabalho. A Central orienta que acordos e convenções coletivas incorporem cláusulas de proteção às trabalhadoras em situação de violência doméstica, garantindo condições para que elas possam romper o ciclo da violência sem perder o emprego.

Em maio deste ano, a entidade lançou a Campanha Permanente de Combate ao Feminicídio – "Pela vida das mulheres, a luta é de todos", que busca transformar o enfrentamento à violência em uma ação permanente nos sindicatos, ampliando a formação de dirigentes, fortalecendo as redes de acolhimento e incentivando a inclusão de cláusulas de proteção nas negociações coletivas.

Duas décadas depois da criação da Lei Maria da Penha, a avaliação é que o Brasil avançou ao construir um dos mais importantes instrumentos legais de proteção às mulheres. O desafio agora é fazer com que essa proteção alcance todas aquelas que ainda convivem diariamente com a violência, antes que ela chegue ao seu desfecho mais extremo: o feminicídio.

Agosto Lilás reforça a divulgação dos direitos e da rede de proteção às mulheres

Os 20 anos da Lei Maria da Penha são celebrados durante o Agosto Lilás, campanha nacional de conscientização pelo fim da violência contra as mulheres, instituída pela Lei nº 14.448/2022. Ao longo do mês, governos, instituições e organizações da sociedade civil promovem ações para divulgar os direitos assegurados às mulheres, orientar sobre as diferentes formas de violência e ampliar o conhecimento sobre os serviços de acolhimento e proteção disponíveis.

Como parte da mobilização deste ano, o Ministério das Mulheres preparou uma série de conteúdos para explicar como funciona a Lei Maria da Penha, quais são as medidas protetivas de urgência, como acessar a rede de atendimento e quais canais podem ser utilizados para buscar orientação ou denunciar situações de violência.

Um dos principais serviços é a Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, que oferece informações sobre direitos, orienta as vítimas e encaminha denúncias aos órgãos competentes. O atendimento é gratuito, funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, e pode ser acionado pela própria mulher ou por qualquer pessoa que tenha conhecimento de uma situação de violência. Em casos de emergência, a orientação é ligar para a Polícia Militar pelo telefone 190.

Fonte: https://www.cut.org.br/

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Diferenças socioeconômicas continuam sendo um dos principais fatores para explicar a vantagem da rede privada sobre a rede pública no Ideb, mas a distância entre as redes está diminuindo

 

As escolas privadas continuam apresentando médias superiores às da rede pública no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), principal indicador da qualidade da educação no país. No entanto, os dados mais recentes mostram uma redução gradual dessa diferença, impulsionada pelo avanço das escolas públicas e pela estagnação — ou até queda — do desempenho da rede particular em algumas etapas de ensino.

Nos anos iniciais do ensino fundamental, a rede pública alcança média em torno de 6,1, enquanto as escolas privadas registram aproximadamente 7,1. Nos anos finais, a rede pública chega a cerca de 5,0, reduzindo a distância observada nas séries anteriores. Já no ensino médio, etapa considerada a mais desafiadora para ambas as redes, as notas permanecem mais baixas: a rede pública avançou para 4,3, enquanto a privada recuou para 5,8.

Embora os números indiquem uma aproximação entre os desempenhos, especialistas apontam que o nível socioeconômico dos estudantes continua sendo um dos principais fatores para explicar a vantagem da rede privada. Em geral, alunos de escolas particulares pertencem a famílias com maior renda e escolaridade, o que amplia o acesso a recursos educacionais, como aulas de reforço, atividades extracurriculares, materiais didáticos, tecnologia e ambientes mais favoráveis ao estudo.

Além disso, o acompanhamento familiar tende a ser mais frequente entre estudantes de maior nível socioeconômico, favorecendo a continuidade da aprendizagem e o desempenho nas avaliações. Esse conjunto de condições cria oportunidades que vão além da sala de aula e influencia diretamente os resultados educacionais.

Outro aspecto que exige cautela na comparação entre as redes é a metodologia de avaliação do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), base para o cálculo do Ideb. Enquanto a rede pública tem 100% de suas escolas avaliadas, a rede privada participa por meio de uma amostragem, o que torna as comparações menos diretas.

A diferença também se reflete na infraestrutura e na capacidade de investimento. Em geral, escolas particulares dispõem de mais recursos para aquisição de materiais, manutenção de equipamentos, formação de professores e organização das rotinas pedagógicas. Ainda assim, a evolução gradual da rede pública demonstra que políticas voltadas à melhoria da aprendizagem e ao aumento das taxas de aprovação vêm contribuindo para reduzir a desigualdade de desempenho.

Os resultados reforçam que, embora persistam diferenças associadas às condições socioeconômicas, a melhoria contínua da educação pública tem encurtado a distância histórica em relação à rede privada. O desafio permanece em garantir que fatores externos à escola, como renda, acesso a bens culturais e apoio familiar, tenham peso cada vez menor na definição das oportunidades educacionais dos estudantes brasileiros.

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Weverton Rocha reafirma confiança no esclarecimento dos fatos

Em relação à operação realizada na manhã desta terça-feira em sua residência pela Polícia Federal, o senador Weverton Rocha afirmou que está enfrentando a situação com tranquilidade, confiante de que os fatos serão devidamente esclarecidos durante a apuração. Segundo ele, as movimentações citadas, que são decorrentes de atividades profissionais e empresariais regularmente declaradas.

O senador ressaltou que já esperava enfrentar ataques em razão da proximidade do período eleitoral e de suas posições políticas. Mesmo diante do momento, reafirmou que permanece tranquilo e seguirá firme em sua atuação política e no compromisso de defender os interesses da população maranhense. 

Segue nota na integra

Apesar de não ter sido diretamente o alvo da operação de hoje, eu sabia que, com a minha candidatura ao Senado e as minhas posições políticas, sofreria ataques.

Por isso, não fiquei surpreso com essa nova operação da Polícia Federal. Eu só não esperava, que eles fossem tão longe, ao envolver a minha família, e até apoiadores políticos.

Apesar da minha indignação, recebi essa operação com a tranquilidade que me foi possível, pois nada tenho a esconder.

Todas as movimentações mencionadas são   fruto de atividades profissionais e empresariais. E foram devidamente declaradas à Receita Federal.

Quero ressaltar, que o Ministério Público Federal, foi novamente contra a busca e apreensão contra meus familiares e apoiadores.

Apesar da dureza do jogo político, reafirmo que não me renderei. Me manterei firme no propósito de lutar pelo Maranhão, ao lado de todos que mais precisam.



Fonte:https://www.pracomecodeconversa.com/